quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
sábado, 20 de dezembro de 2025
LECTIO DIVINA: APRENDENDO A REZAR COM A PALAVRA DE DEUS
È a segunda vez que, numa
assembleia da juventude, é feito o pedido de apresentar e explicar o sentido da
lectio divina. Desta vez vamos amarrar
a proposta e lançar uma data.
Data:
Segunda feira 29 dezembro 2025
Local: capela de Santo Antônio
Horário: 19 h.
N.B.
precisa levar uma Bíblia, um caderno e uma caneta
Retiros espirituais dos jovens nas comunidades_ Janeiro 2026
Janeiro é o mês das férias e
os adolescentes e jovens não vão na escola. Por isso é importante este período não
somente para descansar, que é muito bom, mas também para alimentar o espírito. É
por isso que estou propondo uma tarde de espiritualidade para os jovens de cada
comunidade, que se torna uma maneira, também, de fortalecer a espiritualidade
do grupo. Aqui em seguida as indicações especificas e o calendário dos retiros
nas comunidades:
Horário: 15-17,30
17,30: merenda (são os jovens
da comunidade que a organizam
Local: capela da comunidade
1.
Rosário:
5 segunda
2.
Santo
Inacio: 6 terça
3.
São
Sebastião: 7 quarta
4.
Santo
Antônio: 8 Quinta
5.
São
Vicente 9: Sexta
6.
São
Pedro - São Lázaro: segunda 12
7.
Cristo
Rei: terça 13
domingo, 14 de dezembro de 2025
A ASSEMBLEIA DA JUVENTUDE 2025 ESCOLHEU OS NOVOS COORDENADORES
In um clima bem dinâmico e sinodal foi realizada a Assembleia
da juventude 2025.
Tudo iniciou com um momento de mística e de oração
animado pelo grupo jovem de Rosário. A Assembleia continuou com um serie de
colocações realizadas por parte do assessor da pastoral da juventude do Setor
Avenida Brasil e por dois assessores da paroquia de são George. Depois da
palavra do padre Paulo que fez a memória da história da nossa caminhada, a Assembleia
continuou com os trabalhos de grupo.
A partilha dos trabalhos foi muito enriquecedora pois
os jovens manifestaram a vontade de realizar projetos bonitos no próximo ano.
Depois do almoço, a juventude se reuniu para indicar
os quatro jovens que nos próximo dois anos estarão na frente no acompanhamento
da Pastoral da Juventude Paroquial.
Manoel e Isabely de Rosário, Ana Beatriz de são
Sebastião e Natan de São Vicente são os jovens que a Assembleia a pontou como
coordenadores da PJ.
Que o Espírito Santo ilumine as vossas mentes e preenche
os vossos corações do amore e da sabedoria de Deus.
sábado, 13 de dezembro de 2025
sábado, 6 de dezembro de 2025
SÍNODO ARQUIDIOCESANO DA JUVENTUDE- A NOSSA CONTRIBUIÇÃO
Durante o Sinodo Arquidiocesano da Juventude os jovens da nossa paróquia realizaram uma peça que chamou muito atenção.
Aqui em seguida algumas fotos:
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
ASSEMBLEIA DA JUVENTUDE: PROPOSTA DE PAUTA
Encontro coordenadores e assessores da Pastoral da
Juventude
No encontro mensal de coordenadores e assessores da
pastoral da juventude do dia 3 de dezembro 2025 estavam presentes: Marcela,
Manoel, Lavina, Carina, Samantha, Djovana, Hugo, Natan, Juan, Pe Paolo.
Juntos pensamos de
realizar a Assembleia da juventude com este roteiro:
ASSEMBLEIA DA JUVENTUDE
Domingo 14 de dezembro 2025
10,30 Acolhida
Equipe de música: João,
Santo Antônio, etc.
Dinâmica de
entrosamento: Santo Inacio.
Momento de
oração: Rosário
Palestra pe Paolo
Trabalho de
grupo: perguntas
1.
O
que foi bom na caminhada da PJ deste ano que vale as penas dar continuidade
2.
O
que precisa melhorar
3.
Que
novidades queremos apontar para o 2006
Almoço 12,30 (oferecido pela paróquia);
13,30: volta ao
trabalho. Partilha e calendário 2026
Segunda parte
da Assembleia: Indicação
dos 4 jovens que vão ficar na frente para os próximos dois anos
Critérios da
escolha:
1.
Jovem
engajado na base
2.
Participa
da comunidade
3.
Participa
da formação
4.
Que
tenha dois anos de caminhada
5.
Devem
ser maiores de 15 anos
Trabalho de grupo
para indicar os nomes
Palavra dos quatro
jovens escolhidos que aceitaram a indicação
Dinâmica
final: São Vicente
Oração final: São Sebastião
Lembrando que domingo
14 é o segundo domingo do mês e haverá a missa da juventude que será
animada pelo grupo jovens de são Vicente.
Logo após da missa
haverá uma janta organizada pela mesma pastoral da juventude.
quarta-feira, 29 de outubro de 2025
EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE DESAFIOS E PERSPECTIVAS PASTORAIS- DOC 85/2006-CNBB
DOC 85/2006-CNBB
III LINHAS
DE AÇÃO
Do encontro
pessoal com Jesus Cristo, nasce o discípulo, e do discipulado nasce o
missionário. O encontro pessoal é a primeira etapa. Em seguida, nasce um
itinerário, em cujas etapas vai amadurecendo pouco a pouco o compromisso com a
pessoa e o projeto de Jesus Cristo, à luz do mistério pascal. Cada etapa abre
horizontes ao jovem para definir seu projeto de vida. O jovem aprende a escutar
o chamado de Cristo; a buscar uma vida interior de valores evangélicos; a sair
do individualismo para pensar e trabalhar com os outros; a participar de uma
comunidade eclesial concreta; a se sensibilizar como o bom samaritano com o
sofrimento alheio; a participar de uma pastoral orgânica com os outros; a
entender que a luta pela justiça é um elemento constitutivo da evangelização; e
a se comprometer de maneira decisiva com a missão. Estas etapas devem levar a
uma opção vocacional, entendida como vocação de leigo ou vocação de especial
consagração, como presbítero ou religioso (a). O que sustenta a caminhada é a
graça de Deus. Acreditamos que para responder de maneira qualificada aos
anseios da juventude, às necessidades da Igreja e aos sinais dos tempos,
necessitamos das seguintes linhas de ação:
1. FORMAÇÃO
INTEGRAL DO DISCÍPULO
O conceito
de formação integral é importante para considerar o jovem como um todo,
evitando assim reducionismos que distorcem a proposta de educação na fé,
reduzindo a fé a uma proposta psicologizante, espiritualista ou politizante.
Apontamos
cinco dimensões que necessitam da atenção de quem trabalha na formação dos
jovens: dimensão da personalização, da integração, dimensão
teológico-espiritual, social-política e dimensão da capacitação técnica.
a. Dimensão
psico-afetiva – Processo da personalização. As
perguntas de fundo: Qual é a relação comigo mesmo? Quem sou eu? São perguntas
de fundo importantes para o autoconhecimento e para a construção da
personalidade do jovem. Sem a capacidade de autoconhecimento e autocrítica, o
jovem é incapaz de analisar as situações com objetividade, de administrar os
conflitos, e de se relacionar com outros de uma maneira equilibrada. Sem esta
dimensão torna-se difícil a interiorização, o silêncio interior e o encontro
com Deus na oração e a verdadeira conversão.
b. Dimensão
psicossocial – Processo de integração. As
perguntas de fundo são: Quem é o outro? Como relacionar-se com ele? Essa
dimensão acentua a importância das relações entre as pessoas que acontecem, por
exemplo, nas amizades, nos grupos, na vida em comunidade, na família. A
felicidade do jovem depende da sua capacidade de comunicar-se com os outros. A
amizade é algo natural e importante na vida do jovem. Frente a uma cultura
contemporânea que incita à concorrência, o Evangelho propõe um relacionamento
baseado no amor e no serviço. Essa dimensão, então, busca motivar o jovem para
o envolvimento na comunidade eclesial. Na medida em que ele se sente valorizado
em suas capacidades, consegue perceber o valor de se caminhar com aqueles que
partilham da mesma fé em Jesus Cristo.
c. Dimensão
Mística – Processo teológico-espiritual. As
perguntas de fundo que o jovem se faz são: Qual é a minha relação com Deus? De
onde vim? Para onde vou? Qual o sentido da minha vida? Qual o sentido da morte?
Qual o sentido do sofrimento? O ser
humano foi feito para um horizonte mais amplo do que o bem-estar material. O
teológico e o espiritual não só caminham juntos, mas se complementam. A
dimensão teológica é cultivada no estudo, na catequese e no aprofundamento dos
dados básicos da fé. Desse aprofundamento fazem parte a iniciação à leitura da
Palavra de Deus, do conhecimento de Jesus Cristo e da Igreja. A dimensão
espiritual corresponde à experiência de Deus. Isso pode ser feito através de
retiros, da vivência sacramental e da oração. Não basta estudar Deus; é
necessário também ter uma experiência de Deus. A relação com Deus está também
presente nas outras dimensões e as ilumina.
d. Dimensão
Política – Processo de participação-conscientização.
As perguntas de fundo do jovem são: Qual a minha relação com a sociedade ao meu
redor? Como organizar a convivência social? Podemos mudar a sociedade? A
consciência da cidadania faz ver que todo poder emana do povo e em seu lugar é
exercido. Essa dimensão abre o jovem para os problemas sociais em nível
nacional e internacional: problemas de moradia, saúde, alimentação, a má
qualidade da educação, direitos humanos desrespeitados, discriminação contra a
mulher, violência, guerra, ecologia. Não se pode pregar um amor abstrato que
encobre os mecanismos econômicos, sociais e políticos geradores da
marginalização de grandes setores de nossa população. Aqui há necessidade de
formar o jovem para o exercício da cidadania. Há necessidade de conectar a fé
com a vida, a fé com a política.
e. Dimensão
Técnica – Processo de capacitação-metodologia. As
perguntas de fundo do jovem: Qual é a minha relação com a ação? “A fé sem
ação,” diz São Tiago, “está morta”. Como trabalhar? Como me organizar através
de um consistente projeto pessoal de vida? Como administrar meu tempo? Como
organizar as estruturas de coordenação que facilitam o acompanhamento
sistemático, a comunicação, o aprofundamento e a continuidade? Como coordenar
uma reunião de grupo e assegurar conclusões concretas? Como montar um curso?
Como avaliar e acompanhar sistematicamente, no dia-a-dia, os processos grupais
de educação na fé? Como planejar e avaliar a ação evangelizadora? As
habilidades são necessárias para acompanhar as estruturas de apoio para o
processo de evangelização dos jovens. Sem
estas habilidades, os projetos pastorais não caminham.
2. ESPIRITUALIDADE
vocação à
santidade e a certeza de que a juventude é um lugar teológico da comunicação de
Deus, exigem da Igreja uma proposta de espiritualidade como caminho que dê
sentido à vida, em um constante diálogo com o Pai, através de Jesus, no
Espírito Santo. Entendendo a espiritualidade como motivação central e bússola
para orientar a vida, na direção da vontade de Deus, propomos aos jovens uma
espiritualidade: centrada em Jesus Cristo e no seu projeto de vida; acolhedora
do cotidiano como lugar privilegiado de crescimento e santificação; alegre e
cheia de esperança; marcada pela experiência comunitária onde se medita a
Palavra de Deus e se celebra a Eucaristia; apoiada no modelo do ‘sim’ de Maria
e na certeza de sua presença materna e auxiliadora; conduzida pelo compromisso
com o Reino, traduzida no compromisso com a transformação social a partir da
sensibilidade diante do sofrimento do próximo.
Oração
pessoal: O diálogo pessoal, íntimo, profundo com Jesus Cristo,
no Espírito Santo, nos fortalece na dignidade de filhos diante do Pai.
Oração
comunitária: É preciso recuperar o domingo como um dia especial de
revigoramento espiritual.
Participação
na comunidade: A espiritualidade da comunhão fraterna é essencial
na vida cristã e todo jovem é convidado, desde cedo, a fazer esta experiência
fundante da fé através de seu envolvimento nas diversas responsabilidades
assumidas na comunidade.
Leitura
orante da Sagrada Escritura: Quanto mais mergulhamos nas
Escrituras, mais nos identificamos com este povo e adquirimos entendimento do
que somos, para onde vamos e o que devemos fazer.
A vivência
dos Sacramentos: De maneira toda especial encontramo-nos com Jesus na
celebração dos sacramentos. O jovem, batizado, desejoso de se tornar adulto na
fé, descobre, através da preparação e da celebração do Sacramento da Crisma,
uma ocasião de receber os dons do Espírito Santo e de ser ungido, isto é,
consagrado para a missão.
Devoção a
Nossa Senhora: o reconhecimento da presença materna de Maria se
desenvolve a partir das celebrações litúrgicas e das diversas expressões da
piedade popular.
Os diversos
encontros espirituais: nossa tradição eclesial comprova o valor perene de
momentos especiais para os jovens e com os jovens, cuja finalidade é a formação
e a espiritualidade.
As leituras
e reflexões: são de grande valia as leituras teológicas e
espirituais como instrumento para o fortalecimento e o crescimento da fé. A
leitura da vida dos santos e de seus escritos pode contribuir enormemente para
despertar ou alimentar a vida dos jovens que hoje, mais do que nunca, sentem
necessidade de modelos, líderes, testemunhos.
3. PEDAGOGIA
DE FORMAÇÃO
Para
evangelizar esta nova geração de jovens que descrevemos anteriormente contamos
com a rica experiência acumulada e sistematizada pela Igreja na América Latina
e no Brasil, e salientamos algumas pistas de ação:
a. Prioridade
da experiência sobre a teoria.
b. Pedagogia
de pequenos grupos e eventos de massa. Os grupos
de jovens são um instrumento pedagógico de educação na fé.
c. Níveis
de evolução do processo de acompanhamento dos jovens.
·
Prestação de serviços: Neste
primeiro nível, o assessor diocesano ou equipe de coordenação organiza serviços
para jovens: palestras, cursos de fim de semana, encontros, eventos massivos,
passeios.
·
Organização de grupos de jovens: Os
grupos de jovens são um recurso pedagógico na educação na fé e também
representam um passo à frente em termos de continuidade.
·
Organização dos grupos em uma rede.
As estruturas de coordenação facilitam a organização de uma rede de grupos
através da qual é possível deslanchar processos e não mais atividades isoladas.
·
Necessidade de um projeto pastoral compartilhado.
Neste nível de evolução há um projeto pastoral compartilhado que determina a
identidade da pastoral ou movimento: modelo de jovem a ser formado, tipo de
espiritualidade, a imagem, de Deus e da Trindade, modelo de Igreja, relação
Igreja-sociedade, relação bíblia-vida, relação fé-vida, fé-política, a maneira
de celebrar.
·
Crescimento por etapas.
Neste último nível de evolução há uma consciência que todo crescimento humano,
incluindo o crescimento na fé, passa por etapas.
4. DISCÍPULOS
PARA A MISSÃO
Na
evangelização da juventude deve-se estar atento ao conjunto da população jovem
e não se restringir apenas àqueles que já são atingidos pela ação pastoral da
Igreja. Freqüentemente os grupos de jovens e suas coordenações se fecham dentro
de um pequeno círculo de amigos e conhecidos. Os jovens organizados na Igreja
são uma pequena parcela da população jovem. É preciso estimular em todos o
espírito missionário para que saiam em missão para levar os outros jovens a um
encontro pessoal com Jesus Cristo e o projeto de vida proposta por ele. Esta é também tarefa de toda a
comunidade eclesial.
A missão
não se reduz apenas a trazer os jovens para as atividades da Igreja, mas também
para que assumam seu papel na sociedade.
Um setor
significativo da juventude sonha com a utopia de um outro mundo possível. Na
maioria das experiências massivas que clamam por mudanças na sociedade e por
uma outra globalização há uma grande presença da juventude.
5. ESTRUTURAS
DE ACOMPANHAMENTO
Sem a
organização e a articulação entre si, numa rede de grupos, o assessor se vê
obrigado a acompanhar os jovens individualmente, o que se torna muito difícil.
Sem a organização, os grupos se fecham numa visão limitada e superficial.
Há um
aumento da motivação por parte dos jovens ao perceberem que fazem parte de um
projeto mais amplo, em que as estruturas participativas promovem o protagonismo
dos jovens, aumentam a motivação e compromisso.
Participando
das estruturas da organização, o jovem desenvolve importantes habilidades de
liderança, capacidade de escutar os outros, de superar a timidez e falar em
público, de organizar e comunicar suas ideias de maneira sistematizada, de
conduzir uma reunião, de analisar criticamente a sociedade ao seu redor, de
motivar e acompanhar processos individuais e grupais, de planejar e avaliar a
ação pastoral.
A
participação nas estruturas de coordenação é uma maneira eficaz de viver a
espiritualidade do Evangelho. Frente ao individualismo da cultura
contemporânea, o jovem aprende a vivenciar o mandamento novo trabalhando em
equipe com os outros. Aprende a humildade e a capacidade de dialogar. No meio
dos conflitos vê-se obrigado a aceitar as críticas, a escutar as opiniões dos
outros, a entender a perspectiva dos outros, ser podado para crescer mais.
Aprende que não pode impor seus conceitos, que é preciso abrir os horizontes
para escutar outros fatos e outras evidências. A participação nas estruturas da
organização é uma maneira para mudar mentalidades e comportamentos. O ambiente
cultural que educa o jovem para o individualismo é combatido na prática
cotidiana dos grupos e equipes de coordenação. As estruturas organizativas
precisam ser avaliadas e atualizadas em vista da missão e do serviço.
A Nova
nomenclatura “Setor Juventude” está sendo usado para significar o segundo
sentido e eliminar a ambigüidade e adequar melhor as estruturas organizativas à
nova realidade.
6. MINISTÉRIO
DA ASSESSORIA
Desejamos
identificar e capacitar assessores adultos, pois não há processo de educação na
fé sem acompanhamento, e não há acompanhamento sem acompanhante. Enquanto em
nossas dioceses não houver adultos e jovens-adultos que se responsabilizem
efetivamente por um consistente trabalho juvenil local, os resultados serão
sempre aquém do desejado.
7. DIÁLOGO
FÉ E RAZÃO
Os
argumentos intelectuais para serem convincentes devem ser acompanhados pelo
testemunho de uma vida cristã autêntica. A imagem que a Igreja projeta na
sociedade é muito importante para a evangelização de uma juventude cada vez
mais escolarizada: uma igreja comprometida com os setores marginalizados da
sociedade, que evangeliza a partir do testemunho e dinamismo de seus membros,
de maneira especial de jovens que são apóstolos de outros jovens, uma Igreja
alegre e acolhedora que ama e acredita nos jovens.
A importância
da Pastoral universitária
8. O
DIREITO À VIDA
Frente à
situação de extrema vulnerabilidade a que está submetida a imensa maioria dos
jovens brasileiros, é necessária uma firme atuação de todos os segmentos da
Igreja no sentido de garantir o direito dos jovens à vida digna e ao pleno
desenvolvimento de suas potencialidades. Isso se desdobra e concretiza no
direito à educação, ao trabalho e à renda, à cultura e ao lazer, à segurança, à
assistência social; à saúde e à participação social.
sábado, 11 de outubro de 2025
sábado, 16 de agosto de 2025
TESTEMUNHO DOS JOVENS ITALIANOS NO ENCONTRÃO DA JUVENTUDE: SÁBADO 16 AGOSTO 2025
Caros paroquianos, temos o prazer de estar aqui hoje com vocês para compartilhar algumas reflexões sobre o rosto contemporâneo da fé entre os jovens em nossas paróquias italianas. A participação de crianças e adolescentes na vida paroquial na Itália é um aspecto fundamental de seu crescimento espiritual e religioso. Desde a mais tenra infância, as crianças são envolvidas em atividades litúrgicas e catequéticas, incluindo a preparação para os sacramentos, a primeira confissão e a comunhão. Durante esses anos, a paróquia se torna um lugar de formação e conexão, onde as crianças não apenas aprendem os princípios da fé cristã, mas também o valor da comunidade e da oração. Os adolescentes são então convidados a participar de momentos de reflexão que os acompanham em sua jornada rumo à Crisma. Este sacramento representa a transição para uma fé mais consciente, na qual os jovens se sentem chamados a testemunhar sua pertença à Igreja de forma pessoal e responsável. A preparação para a Crisma é frequentemente enriquecida por reuniões em grupo, momentos de serviço comunitário e atividades que os ajudam a fortalecer sua conexão com Deus e com os outros. Acompanhar os jovens através dos sacramentos não se limita, portanto, a um aspecto formal, mas busca torná-los protagonistas ativos de sua fé. A paróquia torna-se, assim, um espaço onde, juntamente com padres, catequistas e educadores, eles podem experimentar a vida cristã, desenvolvendo valores como solidariedade, respeito e amor ao próximo, ao mesmo tempo em que adquirem uma compreensão mais profunda de sua própria espiritualidade.
Nos últimos anos, tem-se observado um crescente distanciamento dos jovens da vida da Igreja, fenômeno que reflete diversas questões estruturais e culturais. Muitos jovens se sentem desconectados e não representados pelas práticas e mensagens tradicionais da paróquia. Esse desalinhamento é acentuado por uma crise vocacional que afeta todos os aspectos da vida eclesial: dos padres aos catequistas e educadores. Outro obstáculo é o próprio sistema paroquial, muitas vezes rígido e pouco inclusivo, especialmente para aqueles que ainda não fazem parte de um contexto familiar ativo. No entanto, é possível encarar essas dificuldades com uma perspectiva positiva e proativa. A situação atual pode ser uma oportunidade para redescobrir e revitalizar um modelo de Igreja mais inclusivo para todos.
É essencial que as paróquias invistam na superação de rigidez e barreiras, adotando formas mais modernas de diálogo e participação que não excluam, mas sim incentivem o envolvimento dos jovens. Precisamente neste momento desafiador, a possibilidade de uma Igreja mais flexível, atenta às reais necessidades dos jovens e às suas formas de interagir com a fé, pode tornar-se um farol de esperança. As paróquias devem tornar-se lugares onde a fé seja vivida autenticamente, mesmo fora das normas tradicionais, onde cada jovem possa sentir-se acolhido e encorajado a caminhar ao lado dos outros, sem se sentir julgado ou marginalizado.
Confiemos este caminho ao Espírito para que a fé não se apague,
mas sim se renove, vivida com alegria e esperança. Obrigado.






























