domingo, 2 de agosto de 2026

ENCONTRO DE FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS DOMINGO 2 AGOSTO 2026

 






CALENDÁRIO PASTORAL 3-9 AGOSTO 2026

 




 

 

SEGUNDA 3

8-9: projeto Melhor idade, vida saudável (Santo Antônio)

15: projeto Terceira idade, amizade e união (São Vicente)

19,30: terço dos homens na comunidade santo Antônio

19: Grupo de oração Mensageiros da paz: são Vicente

19: Canja Cáritas Cristo Rei

 

TERÇA 4

7,30: projeto Viva a melhor idade (São Pedro)

9-11: visita dos ministros aos doentes e idosos da comunidade são Pedro

15: visita dos ministros aos doentes e idosos da comunidade santo Antônio

19,30: missa paroquial de aniversário de 30 anos de ministerio de ordenação de padre Geraldo Bendarãn, Dom Zenildo e dom José

 

QUARTA 5

6-7,30: cafezinho Cáritas em santo Antônio

8-9: projeto Melhor idade, vida saudável (Santo Antônio)

15-18: atendimento psicológico (paróquia)

19,30: Estudo Bíblico em são Vicente para todas as comunidades

 

QUINTA 6

7,30: projeto Viva a melhor idade (são Pedro)

9-12: atendimento psicológico (paróquia)

15-18: atendimento psicológico (paróquia)

19: adoração eucarística nas comunidades.

20: Canja Cáritas comunidade são Sebastião

 

SEXTA 7

6: cafezinho Cáritas comunidade de Santo Inacio

8,30: reunião do clero na Maromba

8-9: projeto Melhor idade, vida saudável (Santo Antônio)

 

SÁBADO 8

8-18: o padre atende na secretária paroquial

Tarde: equipes litúrgicas nas comunidades preparando as celebrações

Tarde: catequese nas comunidades

15: preparação da homilia com os ministros que atuam no próximo domingo

17 Coordenação da Liturgia

18: Caritas 

19: Pastoral familiar

19,30: adoração eucarística (organizada pela pastoral da juventude)

 

DOMINGO 9

7: Santo Antônio, celebração com o ministro Gecivaldo

7,30: Missa Rosário

9: Missa são Sebastião

9: Celebração da Palavra com o ministro Antônio

10: visita aos doentes (comunidade são Sebastião)

10.15: formação com os agentes da pastoral litúrgica das comunidades (salão são Vicente)

16: primeiro evento do Movimento fé e política na comunidade são Vicente

18: Missa santo Inacio

18: Celebração em são Pedro com o ministro Zé Maria

19: Conselho pastoral comunidade santo Inacio

19,15: Conselho Pastoral comunidade são Pedro

19,30: Missa são Vicente

sábado, 25 de julho de 2026

Jovens: DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2026-2032

 


 


 

O Sínodo dos Jovens65 afirmou que as juventudes têm um papel indispensável na renovação sinodal da Igreja, pois trazem forte sensibilidade à espiritualidade, à

busca de sentido da vida, à fraternidade, à justiça social e ao cuidado da Casa Comum. Por isso, é urgente que nossas comunidades lhes abram espaço real, para que vivam seu processo de discernimento vocacional, acolhendo suas formas criativas de viver o Evangelho para que sejam protagonistas da missão da Igreja, especialmente na evangelização dos jovens de sua geração.

86. No jubileu dos jovens, o Papa Leão XIV afirmou que não fomos feitos para uma “vida onde tudo é óbvio e parado, mas para uma existência que se renova constantemente no dom, no amor”, que “aspiramos continuamente a um ‘algo mais’ que nenhuma realidade criada nos pode dar”, que “sentimos uma sede tão grande e ardente que nenhuma bebida deste mundo pode saciar”, que é preciso abrir o coração a Cristo, deixando-o entrar, “para depois nos aventurarmos com Ele rumo aos espaços eternos do infinito”66.

87. A Igreja, ao dedicar um Sínodo inteiro às juventudes, assumiu uma prioridade pastoral histórica: investir tempo, energia e recursos para caminhar com os jovens67, oferecendo-lhes o testemunho da proximidade, do amor que escuta e acompanha, capaz de tocar a vida e despertar esperança. Para isso, nossas dioceses e comunidades precisam acolher as expressões juvenis, fortalecendo o Setor Juventude, e oferecer um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, capaz de gerar uma conversão de estilo de vida que impulsione à missão. Só assim a Igreja poderá estar ao lado deles com linguagem, gestos e caminhos que falem ao coração e abram horizontes de fé e missão. Todos os ministérios, pastorais, organismos, serviços, movimentos e grupos são corresponsáveis pela acolhida dos jovens e promoção da pastoral juvenil.

 

 

Catequese DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2026-2032

 




 

Inicição à Vida Cristã

Nós mesmos ouvimos e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo (Jo 4,42).

O Sínodo sobre a Sinodalidade recorda-nos que “não é possível compreender plenamente o Batismo senão no âmbito da Iniciação Cristã”

Por uma igreja sinodal, n. 24. . A formação dos discípulos missionários nasce e se enraíza na Iniciação à Vida Cristã (IVC) de inspiração catecúmena, quando cada pessoa é introduzida na relação com o Senhor e na comunhão da Igreja por meio de pais, padrinhos, catequistas, educadores, agentes da liturgia, ministros ordenados e comunidades. Mais que uma pastoral entre outras, a Iniciação à Vida Cristã é o eixo unificador de toda ação evangelizadora, pois visa formar, de modo inicial e permanente, discípulos missionários capazes de viver e transmitir a fé cristã no coração de uma civilização em constante mudança.

1.                  A catequese de inspiração catecumenal é fundamentalmente um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, indo além do simples ensino doutrinário para proporcionar uma experiência de intimidade, amor e amizade. É um processo gradual, sistemático e permanente de amadurecimento na fé que transforma a existência. Em íntima relação com a liturgia, deve também integrar as demais dimensões eclesiais — diakonia (serviço), martyria (testemunho) e koinonia (comunhão) — para formar discípulos missionários em todas as expressões da vida cristã.

112. Urge a vivência de um dinamismo catecumenal sustentado pelo querigma e pela mistagogia, de modo que toda a comunidade se reconheça em permanente estado de missão. A Iniciação à Vida Cristã é o processo pelo qual uma pessoa é introduzida no mistério de Jesus Cristo e na vida da Igreja, por meio da escuta da Palavra e pelas mediações sacramentais, que vão acompanhando as mudanças de suas atitudes fundamentais e de seu ser e existir com os demais e com o mundo, formando sua nova identidade como pessoa cristã que testemunha o Evangelho.

113. A Iniciação à Vida Cristã propõe o querigma como o primeiro anúncio fundamental, capaz de proporcionar uma experiência de encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo a todos os que buscam um caminho para viver. Contudo, não podemos deixar de propor uma contínua formação discipular, baseada no permanente anúncio querigmático, a quem já caminha com Cristo na comunidade. É necessário ajudar os cristãos já iniciados na vida cristã a continuarem a caminhar com a comunidade eclesial aprofundando o seu encontro com o Senhor, na Palavra, na Liturgia, sobretudo na Eucaristia, e na caridade.

114. Precisamos de ministros instituídos, novas metodologias e linguagens que respondam ao clamor dos catecúmenos, dos jovens em busca de uma experiência de fé, dos pais que procuram a Igreja pelos sacramentos dos filhos e dos muitos adultos batizados mas pouco evangelizados, que vivem hoje o risco, dentre outros, do indiferentismo religioso e a influência da cultura digital. O Batismo das crianças é ocasião privilegiada para um verdadeiro caminho catecumenal: mais que um simples “curso para pais e padrinhos”, trata-se de acompanhar pessoalmente as famílias, ajudando-as a descobrir, a caminhar, a responder suas dúvidas e enriquecer-se com suas histórias e culturas

 

Indicações pastorais

  1.  Assumir a vida cristã como caminho de crescimento no amor, reconhecendo que educação e catequese servem a esse processo contínuo;
  2. Elaborar um projeto diocesano de Iniciação à Vida Cristã que envolva e renove as comunidades, com itinerários adequados à realidade local, conforme o Documento 107, Iniciação à Vida Cristã;
  3. Aprofundar a Iniciação à Vida Cristã com o clero e os seminaristas, para que assumam a IVC como prioridade de sua missão, garantindo sua participação no processo;
  4. Favorecer e aperfeiçoar a catequese de inspiração catecumenal em todas as idades, unindo Catequese, Liturgia e Leitura Orante e integrando famílias, crianças, jovens e adultos;
  5. Fazer da catequese um espaço de diálogo, no qual catequistas e catequizandos exercitam a escuta, o discernimento e a partilha da fé, vivendo a sinodalidade no processo catequético;
  6. Consolidar a Iniciação à Vida Cristã nos encontros com pais e padrinhos do Batismo, anunciando o querigma e integrando as famílias na comunidade;
  7. Propor uma catequese permanente com adultos, revisitando sempre o querigma, como pede o Papa Francisco
  8. Implantar os itinerários catecumenais para a vida matrimonial, conforme o Diretório para a Catequese (2020) e as orientações da Pastoral Familiar;
  9. Promover nas Igrejas Particulares o ministério instituído de catequista;
  10. Implantar uma formação permanente de catequistas que considere os critérios e itinerários formativos propostos no Documento 112 da CNBB, para a Instituição do Ministério laical de Catequistas, visando não apenas a Instituição, mas uma qualificada formação de catequistas;
  11. Adotar subsídios catequéticos com inspiração catecumenal, centrados na Leitura Orante, integrando celebrações e promovendo uma conversão que inclua compromisso com justiça, paz e Casa Comum;
  12. Organizar itinerários formativos para toda a comunidade, especialmente para agentes de pastoral, para que vivam a IVC, renovem a vida comunitária e fortaleçam a centralidade de Jesus Cristo e do Evangelho;
  13. Elaborar itinerários de Iniciação à Vida Cristã a partir da cultura dos povos originários;
  14. Garantir uma catequese inclusiva, porque todo batizado tem direito a uma catequese adequada.


Liturgia: DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL 2026-2032

 

 

Cristo, presente nas ações litúrgicas, é o protagonista de toda celebração. Ele está presente no dinamismo dos sacramentos, nas espécies eucarísticas, na Palavra proclamada, no ministro e na assembleia reunida para rezar e cantar os salmos.

Celebrar é fazer memória viva dos grandes feitos do Senhor: é cantá-los, recitá-los, e recordá-los nos ritos e nas orações da Igreja. Nós cristãos, celebramos o Mistério Pascal de Cristo, sua vida, paixão, morte e ressurreição. Mistério da nossa salvação, no qual somos inseridos pelos sacramentos, em especial os da Iniciação  à Vida Cristã: Batismo, Crisma e Eucaristia, para que, passo a passo, possamos progredir na vida de Cristo e na comunhão eclesial.

A celebração litúrgica é a ritualização do Mistério da Páscoa do Senhor, especialmente a Eucaristia na qual se renova a aliança do Senhor com o seu povo. Por isso, exige de toda a comunidade cristã uma sólida formação como iniciação aos mistérios celebrados, para que favoreça a participação ativa e consciente, não cedendo a criativismos ou rubricismos vazios.

 

          Indicações Pastorais

          - Valorizar a Palavra de Deus. Proporcionar formação litúrgica para o ministério de leitores, para que com competência proclamem a Palavra;

a.    Promover nas Igrejas Particulares os ministérios de leitorato e acolitato para cristãos leigos e leigas;

b.   Cuidar da arte de presidir. Garantir que ministros ordenados e leigos que presidem a oração comuniquem reverência e simplicidades, usando bem a voz, o silêncio, os gestos e as palavras, para conduzir a assembleia à oração. Que a homilia seja fundamentada nos textos litúrgicos e/ou bíblicos, breve e que nutra a vida cristã;

c.    Selecionar cantos adequados ao tempo e ao rito, de preferência do Hinário Litúrgico da CNBB, de modo que, realmente, ajudem a assembleia a celebrar. As melodias do salmo, por exemplo, sejam escolhidas para também favorecer a participação ativa de todos;

d.   Adotar vestes litúrgicas com nobre simplicidade, evitando que chamem para si a atenção e desviem o foco do mistério celebrado;

e.    Dispor o espaço celebrativo de modo simples, belo e acolhedor, respeitando a história e a arte local, evitando pompas e garantindo que tudo conduza ao encontro com Cristo, valorizando a importância do altar e do ambão;

f.     Valorizar a Celebração da Eucaristia, especialmente a dominical, páscoa semanal. Onde ela não é possível, promover a Celebração da Palavra, onde Cristo está também presente, utilizando-se subsídios de caráter litúrgico;

g.   Cuidar para que a Adoração Eucarística seja promovida conforme os documentos Sagrada comunhão e culto do mistério eucarístico fora da Missa e Sacramentum Caritatis;

h.   Intensificar a formação litúrgica permanente dos ministros ordenados, seminaristas, vida consagrada e cristãos leigos e leigas.

i.     Promover e/ou fortificar a constituição das Comissões Regionais e Diocesanas de Liturgia, Música e Arquitetura-Arte Sacra. A partir delas, incentivar uma Pastoral Litúrgica que atinja as paróquias e comunidades.

          

Piedade popular

A piedade popular é o conjunto de expressões de fé — individuais ou comunitárias — nascidas da do encontro do Evangelho com a vida, a cultura e a sensibilidade do povo, que brotam dentro do contexto da fé cristã e expressam uma sede de Deus profundamente enraizada no coração dos simples, gerando atitudes como confiança, sacrifício, paciência e solidariedade. Já a religiosidade popular é uma realidade mais ampla: refere-se à busca religiosa presente em todos os povos e culturas, expressão natural do desejo humano de Deus, mas que nem sempre se

fundamenta na revelação cristã. Assim, enquanto a religiosidade popular é universal e pode assumir muitas formas, a piedade popular é expressão propriamente cristã, um verdadeiro tesouro do Povo de Deus que, mesmo nascendo fora da liturgia, conduz ao encontro com Cristo.

A relação entre liturgia e piedade popular sempre acompanhou a vida da Igreja. O Concílio Vaticano II recorda que toda celebração litúrgica é ação de Cristo e da Igreja, superior a qualquer outra expressão de fé; ao mesmo tempo, reconhece que a piedade popular é ação do Espírito e produz frutos de graça. Assim, liturgia e piedade popular não são opostas, mas devem caminhar em harmonia, respeitando sua hierarquia e seu papel na vida espiritual do povo.

A liturgia, especialmente na celebração da Eucaristia, é fonte e cume da vida cristã, porque foi querida por Cristo e nos insere diretamente no Mistério Pascal; já a piedade popular, com suas formas simples e simbólicas, aproxima a fé da vida diária e favorece a oração do coração. Ambas se enriquecem quando são bem orientadas: a piedade popular conduz à liturgia, e a liturgia ilumina e purifica a piedade popular. Assim sendo, expressões da piedade popular sejam acolhidas com discernimento na liturgia. Para isso, a formação de clérigos e cristãos leigos e leigas é indispensável: é preciso ensinar a linguagem da liturgia, suas raízes na história da salvação e, também, transmitir o valor das devoções que alimentam a vida espiritual e formam gerações de cristãos. Essa integração evita desvios, impede reducionismos e fortalece uma vida espiritual equilibrada, capaz de unir celebração, oração pessoal e compromisso missionário.

 A piedade popular, para servir verdadeiramente à evangelização, além de enraizar-se nos símbolos e gestos que brotam da fé do povo, precisa inspirar-se na

Sagrada Escritura, manter a centralidade de Jesus Cristo, integrar-se ao ritmo da liturgia da Igreja e não se desviar para práticas mágicas ou espiritualidades de mercado e outras manipulações. É importante também distinguir piedade popular de folclore, que possui seu valor cultural, mas não constitui espiritualidade cristã. Assim, a piedade popular permanece expressão autêntica da fé quando conduz ao Evangelho, fortalece o sentido de Igreja e ajuda o povo a encontrar Cristo no cotidiano.

 Para discernir a piedade popular de outras manifestações religiosas populares, a Igreja estabeleceu alguns critérios. Devem ser evitados: manifestações cultuais que não expressam uma verdadeira adesão de fé em Cristo; a hipervalorização do dado emotivo, sem que isso comprometa o devoto com um real caminho de fé; o fanatismo, que incapacita o fiel de captar a sã tradição cristã; as atitudes fortemente individualistas, que não se integram na comunidade de fé; e a evasão da realidade, sem compromisso com o Reino de Deus.

É urgente ver como instrumento de evangelização as expressões culturais da piedade popular conforme orientou o Papa Francisco, é necessário que a Igreja, através dos bispos diocesanos e as conferências Episcopais, “valorizem e protejam as culturas locais com seu patrimônio de sabedoria e espiritualidade como riqueza para toda a humanidade.

 

Indicações Pastorais

a.   Valorizar os santuários como lugares de encontro com a misericórdia de Deus, reconhecendo que, neles, os fiéis experimentam a centralidade do Mistério de Cristo, a ternura materna de Maria e o testemunho e a intercessão dos santos;

 

b.   Favorecer nos santuários experiências verdadeiramente simbólico-litúrgicas das bênçãos como expressão de piedade popular, conforme o previsto no Ritual de Bênçãos, com horários específicos, com ritualidade, envolvendo música, ministérios, espaço etc;

c.   Valorizar as novenas, tríduos e festas dos padroeiros das Paróquias e comunidades, como ocasiões privilegiadas de encontro com Jesus Cristo e com os irmãos;

d.   Confrontar continuamente a piedade popular com o Evangelho, promovendo um caminho de conversão que impeça manipulações ou distorções da fé;

e.   Distinguir claramente as expressões devocionais das celebrações litúrgicas, evitando misturas de ritos, gestos, cantos e espaços, para que cada forma de culto seja vivida com autenticidade e fidelidade à Igreja;

f.    Regular as práticas devocionais por meio do Ordinário local, garantindo que estejam em conformidade com a doutrina católica, evitando desvios e assegurando que a piedade popular conduza à liturgia sem substituí-la;

g.   Valorizar o que já temos de inculturação entre Liturgia e Piedade Popular, como o Ofício Divino das Comunidades (ODC);

ADORAÇÃO EUCARISTICA 30 JULHO 2026

 





18º Domingo do Tempo Comum 

 

Canto de exposição ao Santíssimo

Motivação do coordenador pastoral ou do ministro

Momento de silencio

Leitura da Bíblia: Mt 14,13-21

Naquele tempo, 13 Quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas, quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé. 14 Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. 15 Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: "Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!" 16 Jesus porém lhes disse: "Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!" 17 Os discípulos responderam: "Só temos aqui cinco pães e dois peixes". 18 Jesus disse: "Trazei-os aqui". 19 Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida partiu os pães, e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões. 20 Todos comeram e ficaram satisfeitos, e dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. 21 E os que haviam comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

 

Momento de silencio

Canto de meditação

Silencio

Leitura Patrística:  São Jerônimo - Comentário sobre São Mateus

Dai-lhes vós mesmos de comer

Nas palavras do Evangelho sempre o espírito está unido à letra, e o que à primeira vista parece frio, torna-se ardente quando o tocas. O Senhor estava em um lugar deserto, o seguiram multidões numerosas abandonando as suas cidades, ou seja, seu antigo modo de vida e suas diversas crenças. Jesus desembarca; isto significa que as multidões tinham vontade de ir até ele, mas não tinham força para chegar. Por isso o Salvador sai de seu lugar e vai até elas, como em outra parábola vai ao encontro do filho arrependido. Ao ver a multidão, tem compaixão dela e cura as suas enfermidades para que a sua fé plena obtenha em seguida a recompensa...

Jesus lhes disse: Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer. Não necessitam buscar diversos alimentos, comprar pães desconhecidos, porque têm consigo o pão celestial. Dai-lhes vós mesmos de comer. Convida aos Apóstolos a partir o pão para que eles, testemunhando que não têm, manifeste-se melhor a grandeza do milagre.

Tomou os cinco pães e os dois peixinhos, e levantando os olhos ao céu pronunciou a bênção, partiu os pães e deu aos discípulos. Levanta os olhos ao céu para ensinar-nos a dirigir para lá o nosso olhar. Tomou em suas mãos os cinco pães e os dois peixinhos, os partiu e os deu aos seus discípulos. Quando o Senhor parte os pães abundam os alimentos. De fato, se tivessem permanecido inteiros, se não tivessem sido cortados em pedaços nem divididos em colheita multiplicada, não teriam conseguido alimentar as pessoas, as crianças, as mulheres, a uma multidão tão grande. Por isso a Lei com os profetas é fracionada em pedaços e são anunciados os mistérios que contêm, a fim de que o que era íntegro e em seu primeiro estado não alimentava, dividido em partes alimente a multidão dos povos.

 

 

Silencio

Canto de meditação

Silencio

Preces espontâneas (o ministro convida a partilhar pedidos a voz alta)

Pai nosso

Canto de reposição do Santíssimo Sacramento.

CALENDÁRIO PASTORAL 27 JULHO – 2 AGOSTO 2026

 




 

SEGUNDA 27

8-9: projeto Melhor idade, vida saudável (Santo Antônio)

15: projeto Terceira idade, amizade e união (São Vicente)

17: projeto capoeira (São Vicente)

18: Projeto capoeira (santo Antônio)

19,30: terço dos homens na comunidade santo Antônio

19: Grupo de oração Mensageiros da paz: são Vicente

19: Canja Cáritas Cristo Rei

 

TERÇA 28

7,30: projeto Viva a melhor idade (São Pedro)

9-11: visita dos ministros aos doentes e idosos da comunidade são Pedro

15: visita dos ministros aos doentes e idosos da comunidade santo Antônio

18: projeto capoeira (São Pedro)

19: Novena nas comunidades

19: Primeira noite do Tríduo de santo Inacio: padre John Paul

20: canja Cáritas da comunidade em são Pedro

 

QUARTA 29

6-7,30: cafezinho Cáritas em santo Antônio

8-9: projeto Melhor idade, vida saudável (Santo Antônio)

15-18: atendimento psicológico (paróquia)

18: projeto capoeira (São Vicente)

18: Projeto capoeira (santo Antônio)

19: Segunda noite do Tríduo de santo Inacio: padre Paulo

19: Formação sobre as Novas Diretrizes da Igreja do Brasil na comunidade de são Sebastião

 

QUINTA 30

7,30: projeto Viva a melhor idade (são Pedro)

9-12: atendimento psicológico (paróquia)

15-18: atendimento psicológico (paróquia)

15: visita dos ministros aos doentes e idosos da comunidade santo Antônio (equipe 2)

18: projeto capoeira (São Pedro)

19: Terceira noite do Tríduo de santo Inacio: celebrante padre Marcos

19: adoração eucarística nas comunidades.

20: Canja Cáritas comunidade são Sebastião

 

SEXTA 31

6: cafezinho Cáritas comunidade de Santo Inacio

8-9: projeto Melhor idade, vida saudável (Santo Antônio)

18: Projeto capoeira (santo Antônio)

18: procissão e festa de santo Inacio

 

SÁBADO 1 AGOSTO

8-12: o padre dà aula na Faculdade de homiletica

Tarde: equipes litúrgicas nas comunidades preparando as celebrações

Tarde: catequese nas comunidades

14-18: atendimento psicológico (paróquia)

14: preparação da homilia com os ministros que atuam no próximo domingo

15 Pastoral do dízimo

16 Coordenadores de comunidades

17: Encontro sobre as orientações da arquidiocese sobre as votações políticas 2026

18: EVENTO DA PASCOM: 1° FESTIVAL DE FOTOGRAFIA

18: Canja Cáritas comunidade do Rosário

 

 

DOMINGO 2

7: Missa Santo Antônio

7,30: celebração no Rosário com Francisco-Socorro

9: Missa Cristo Rei

10: Missa em são Sebastião com pe Marcos 

10: celebração em São Lazaro com Miguel

10: visita aos doentes (comunidade são Sebastião)

10,15: momento de formação com as catequistas das comunidades (salão paroquial)

12: Evento em Cristo Rei: almoço

15 Coroinhas

18: Celebração em santo Inacio com Naza Maciel

18: Missa são Pedro

19,30: Missa são Vicente (Padre Marcos)