sábado, 28 de março de 2026

ADORAÇÃO EUCARISTICA 9 ABRIL 2026

 




Domingo na oitava de Páscoa

 

Canto de exposição ao Santíssimo

Motivação do coordenador pastoral ou do ministro

Momento de silencio

Leitura da Bíblia: (João 20, 19-31)

19 Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e pondo-se no meio deles, disse: "A paz esteja convosco". 20 Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21 Novamente, Jesus disse: "A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio". 22 E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo. 23 A quem perdoardes os pecados eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos". 24 Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25 Os outros discípulos contaram-lhe depois: "Vimos o Senhor!" Mas Tomé disse-lhes: "Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei". 26 Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: "A paz esteja convosco". 27 Depois disse a Tomé: "Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel". 28 Tomé respondeu: "Meu Senhor e meu Deus!" 29 Jesus lhe disse: "Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!" 30 Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31 Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

Momento de silencio

Canto de meditação

Silencio

Leitura Patrística:  São Cirilo de Alexandria. Comentário sobre o Evangelho de São João

Aqueles que desfrutam da presença de Cristo, é lógico que estejam tranquilos

 

Observa como Cristo, penetrando milagrosamente através das portas fechadas, demonstrou aos seus discípulos que era Deus por natureza, embora não fosse distinto daquele que anteriormente tinha convivido com eles; e, mostrando-lhes o seu lado e os sinais dos cravos, manifestou que o templo que pendeu da cruz e o corpo que nele tinha-se encarnado, Ele o tinha ressuscitado, depois de ter destruído a morte da carne, já que ele é a vida por natureza e Deus.

Agora, tem-se a impressão de que foi tão grande sua preocupação por deixar bem fundada a fé na ressurreição da carne que, apesar de ter chegado o tempo de transladar seu corpo a uma glória inefável e sobrenatural, quis, entretanto, aparecer-lhes por divina dispensação, tal e como era antes, e não chegassem a pensar que agora tinha um corpo distinto daquele que morrera na cruz. Que nossos olhos não são capazes de suportar a glória do santo corpo – supondo que Cristo quisesse manifestá-la antes de subir ao Pai – o compreenderás facilmente se lembrares aquela transfiguração operada anteriormente na montanha, na presença dos santos discípulos.

De fato, o evangelista São Mateus conta que Cristo, tomando consigo a Pedro, Tiago e João, subiu a uma montanha e ali se transfigurou diante deles; que seu rosto resplandecia como o sol e que suas vestes tornaram-se brancas como a neve; e que eles, não podendo suportar a visão, caíram de bruços.

Então, por um singular desígnio, nosso Senhor Jesus Cristo, antes de receber a glória que lhe era devida e conveniente ao seu templo já transfigurado, apareceu ainda em sua primitiva condição, não querendo que a fé na Ressurreição recaísse em outra forma e em outro corpo distinto daquele que tinha assumido da Santíssima Virgem, no qual igualmente tinha morrido crucificado, segundo as Escrituras, já que a morte só tinha poder sobre a carne, e até mesmo da carne tinha sido expulsa. Pois se o seu corpo morto não ressuscitou, onde está a vitória sobre a morte?

Ou, como podia acessar o império da corrupção, a não ser mediante uma criatura racional, que tivesse passado pela experiência da morte? Por certo, não mediante uma alma ou um anjo, nem sequer por mediação do próprio Verbo de Deus. E como a morte somente obteve poder sobre o que por natureza é corruptível, sobre isso mesmo é justo pensar que devia empregar-se toda a virtualidade da Ressurreição para destruir o tirânico poder da morte.

Portanto, todo aquele que tenha um pouco de sentido comum contará entre os milagres do Senhor aquele que entrasse na casa estando as portas fechadas. Saúda, pois, aos discípulos com estas palavras: A paz esteja convosco, designando-se a si mesmo com o nome de “paz”. Realmente, aos que exatamente o que Paulo desejava aos fieis, dizendo: E a paz de Cristo, que ultrapassa todo julgamento, guarde vossos corações e vossos pensamentos. E a paz de Cristo, que ultrapassa todo julgamento, diz não ser outra que seu Espírito, o qual transborda de todo tipo de bens a quem dele participar.

 

 

Silencio

Canto de meditação

Silencio

Preces espontâneas (o ministro convida a partilhar pedidos a voz alta)

Pai nosso

Canto de reposição do Santíssimo Sacramento.

 

 

 

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