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domingo, 16 de agosto de 2026

Encontro paroquial em preparação da XI APA (Assembleia Pastoral Arquidiocesana)

 




PARÓQUIA SÃO VICENTE DE PAULO, COMPENSA-MANAUS

Domingo 16 agosto 2026

 

 Conforme o costume da nossa paróquia, que se reúne todo terceiro domingo do mês para u momento de formação teológico-pastoral, Domingo 16 de agosto todas as comunidades se reuniram no salão paroquia padre Geraldo Menezes para responder às perguntas em preparação da XI APA. Se fizeram presente acerca de 60 pessoas e, depois de um momento de oração e de apresentação da temática, foi realizado um trabalho de grupo dividido per comunidades. Aqui embaixo a síntese dos trabalhos.

1.        Identifique o que está favorecendo ou impedindo o processo de evangelização em nossa comunidade.

Favorecendo: o acolhimento das pessoas externas á vida da paróquia através projetos sociais como a capoeira, a ginástica para a terceira idade, as aulas de violão, inglês e dança em algumas comunidades. Além disso, os momentos formativos semanais (Estudo Bíblico) e mensais (formação teológico-pastoral) estão ajudando bastante às pessoas a interagir par melhor evangelizar. Neste sentido, muito importante são as reuniões mensais com os coordenadores das comunidades de cada pastoral. Um ponto que todas as comunidades destacaram como motivo que favorece a evangelização na nossa paróquia é o trabalho cotidiano com os sem teto e os mais pobres que leva, em algumas comunidades, os mesmos pobres a participar dos momentos de culto. Além disso, na maioria das comunidades, os ministros se organizam para visitar os idosos e os doente e isso é visto como momento importante do nosso processo de evangelização. Muito marcante na caminhada da nossa paróquia foi o incentivo á Pastoral da Juventude, que levou a formação de grupos jovens em todas as comunidades e provocando a aproximação de muitos jovens que estavam afastados da vida da Igreja. É louvável os trabalhos que os coordenadores da PJ estão realizando para evangelizar a juventude seja com momentos específicos de espiritualidade, que com momentos agregativos como gincanas, quadrilhas, entre outros. Efim, foi destacado o trabalho que com a reativação do ECC na nossa paróquia, muitas familias voltaram a frequentar a Igreja com mais compromisso.



Impedindo: as situações que mais atrapalham o processo de evangelização são as brigas entre comunitários, as divisões, muitas vezes por causa de besteiras, que dificultam a comunhão na comunidade. Além disso, a falta de conhecimento das normas da Igreja e do conteúdo da DAE arquidiocesana é motivo de incompreensões, que leva a divisões. Nas pequenas comunidades, sendo que tem poucas pessoas disponíveis para assumir tarefas, um ponto que atrapalha muito é o acúmulo de tarefas nas mesmas pessoas, que leva as vezes ao desgaste físico e emocional. Outro ponto negativo destacado é o individualismo de coordenadores que se acham o dono do pedação e não conseguem trabalhar juntos com as outras pastorais.

2.        Como podemos fortalecer o processo sinodal de evangelizar juntos

Com momentos de espiritualidade. Incentivar momentos para conhecer os trabalhos das outras pastorais. Promover reflexões no redor da mesa, para apreender a escutar os outros. As comunidades estão organizando momentos de lazer para fortalecer o conhecimento entre as pessoas que atuam nas várias pastorais. Muito importante neste processo sinodal de evangelizar juntos é fortalecer o jeito de pastoral em conjunto, apreendendo a sair de uma maneira de trabalhar pastoralmente de forma isolada. Neste sentido, foi apontada a necessidade de uma equipe pastoral que tivesse o tempo de visitar periodicamente as comunidades para alinhar o trabalho pastoral conforme a DAE pede.



3.        Como a nossa comunidade assumiu as DAE da nossa Arquidiocese.

No geral as comunidades da nossa paroquia, ao longo destes anos, conseguiram levar a sério as indicações do DAE arquidiocesano. Isso foi possível, graça a constância dos conselhos pastorais mensais comunitários e paroquiais e, graça aos momentos de encontros mensais com os membros de cada pastoral.  É nestes momentos que os coordenadores avaliam a caminhada e apontam novos caminhos. Além disso, foi destacada a importância das formações pastorais a nível de Setor e da Arquidiocese, que viram a participação dos nossos agentes.

Como ponto negativo da DAE foi o problema dos velórios. Em uma realidade pobre como a nossa, onde muitas familias não tem como arcar a despesa de um velório em um ambiente particular, fica difícil velar o ente querido falecido. Como fazer?