sábado, 3 de janeiro de 2026

ADORAÇÃO EUCARISTICA - 8 JANEIRO 2026

 


BATISMO DO SENHOR/A

 


Canto de exposição ao Santíssimo

Motivação do coordenador pastoral ou do ministro

Momento de silencio

Leitura da Bíblia: Mt 3, 13-17

Naquele tempo, 13 Jesus veio da Galileia para o rio Jordão, a fim de se encontrar com João e ser batizado por ele. 14 Mas João protestou, dizendo: "Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?" 15 Jesus, porém, respondeu-lhe: "Por enquanto deixa como está, porque nós devemos cumprir toda a justiça!" E João concordou. 16 Depois de ser batizado, Jesus saiu logo da água. Então o céu se abriu e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e vindo pousar sobre ele. 17 E do céu veio uma voz que dizia: "Este é o meu Filho amado, no qual eu pus o meu agrado".

Momento de silencio

Canto de meditação

Silencio

Leitura Patrística:  São Gregório Taumaturgo. Sermão IV na Teofania

Veio a nós Aquele que é o esplendor da glória do Pai

 

Estando você presente é impossível calar, pois eu sou a voz, e precisamente a voz que grita no deserto: Preparai o caminho do Senhor. Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim? Ao nascer, eu tornei fecunda a esterilidade da mãe que me gerou e, quando ainda era um menino, procurei remédio na mudez de meu pai, recebendo de ti, Menino, a graça de fazer milagres.

De tua parte, nascido de Maria, a Virgem, conforme quiseste e da maneira que só tu conheceste, não menosprezaste sua virgindade, mas a preservaste e a mimoseaste juntamente com o apelativo de Mãe. Nem a virgindade impediu o teu nascimento, nem o nascimento feriu a virgindade, mas sim ambas as realidades, o nascimento e a virgindade - realidades opostas - firmaram um pacto, porque para ti, Criador da natureza, tudo é fácil e possível.

Eu sou somente homem, partícipe da graça divina; tu, porém, és ao mesmo tempo Deus e homem, pois és benigno e amas com loucura o gênero humano. Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim? Tu que eras ao princípio, e estavas junto a Deus e eras o próprio Deus; tu que és o esplendor da glória do Pai; tu que és a imagem perfeita do perfeito Pai; tu que és a luz verdadeira, que ilumina todo homem que vem a este mundo; tu que para estar no mundo viestes onde já estavas; tu que te fizeste carne sem converter-se em carne; tu que habitaste entre nós e te tornaste visível aos teus servos na condição de escravo; tu que com teu santo nome com uma ponte uniste o céu e a terra: tu vens a mim? Tu, tão imenso, a um homem como eu? O rei ao precursor? O Senhor ao servo? Pois ainda que não tenhas te constrangido de nascer nas humildes condições da humanidade, eu não posso transpassar os limites da natureza. Tenho consciência do abismo que separa a terra do Criador. Conheço a diferença que existe entre o pó da terra e o seu Criador. Sou consciente de que a claridade do teu sol de justiça me supera imensamente, eu que sou a lâmpada de tua graça. E mesmo quando estás revestido da branca nuvem do corpo, contudo, reconheço teu senhorio. Confesso minha condição servil e proclamo tua magnificência. Reconheço a perfeição de teu domínio, e conheço minha própria baixeza e ignomínia.

Não sou digno de desatar a correia de tua sandália; como, pois, irei atrever-me a tocar o alto de tua cabeça imaculada? Como estenderei sobre ti minha mão direita, sobre ti que estendestes os céus como uma tenda e estabelecestes a terra sobre as águas? Como abrirei minha mão de servo sobre tua cabeça divina? Como lavar aquele que é imaculado e isento de pecado? Como iluminar a própria luz? Que oração pronunciarei sobre ti, sobre ti que acolhes até mesmo as orações dos que não te conhecem?

 

 

Silencio

Canto de meditação

Silencio

Preces espontâneas (o ministro convida a partilhar pedidos a voz alta)

Pai nosso

Canto de reposição do Santíssimo Sacramento.

 

 

 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Te Deum

 




Nós Vos louvamos, ó Deus, 
nós Vos bendizemos, Senhor. 
Toda a terra Vos adora, 
Pai eterno e omnipotente. 


Os Anjos, os Céus 
e todas as Potestades, 
os Querubins e os Serafins 
Vos aclamam sem cessar: 
Santo, Santo, Santo, 
Senhor Deus do Universo, 
o céu e a terra proclamam a vossa glória. 


O coro glorioso dos Apóstolos, 
a falange venerável dos Profetas, 
o exército resplandecente dos Mártires 
cantam os vossos louvores. 
A santa Igreja anuncia por toda a terra 
a glória do vosso nome: 


Deus de infinita majestade, 
Pai, Filho e Espírito Santo. 
Senhor Jesus Cristo, Rei da glória, 
Filho do Eterno Pai, 
para salvar o homem, tomastes 
a condição humana no seio da Virgem Maria. 


Vós despedaçastes as cadeias da morte 
e abristes as portas do céu. 
Vós estais sentado à direita de Deus, 
na glória do Pai, 
e de novo haveis de vir para julgar 
os vivos e os mortos. 


Socorrei os vossos servos, Senhor, 
que remistes com vosso Sangue precioso;
e recebei-os na luz da glória, 
na assembleia dos vossos Santos. 
Salvai o vosso povo, Senhor, 
e abençoai a vossa herança; 
sede o seu pastor e guia através dos tempos 
e conduzi-o às fontes da vida eterna. 
Nós Vos bendiremos todos os dias da nossa vida 
e louvaremos para sempre o vosso nome. 


Dignai-Vos, Senhor, neste dia, livrar-nos do pecado. 
Tende piedade de nós, 
Senhor, tende piedade de nós. 
Desça sobre nós a vossa misericórdia, 
Porque em Vós esperamos. 
Em Vós espero, meu Deus, 
não serei confundido eternamente.

 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Lectio Divina: o que é e como fazê-la?

 




A “Lectio Divina” é uma expressão latina já presente e consagrada no vocabulário católico, que pode ser traduzida como “leitura divina”, “leitura espiritual”, ou ainda como ocorre hoje em nosso país e em vários escritos atuais, como “leitura orante da Bíblia”. Ela é um alimento necessário para a nossa vida espiritual. A partir deste exercício, conscientes do plano de Deus e a Sua vontade, pode-se produzir os frutos espirituais necessários para a salvação. A Lectio Divina é deixar-se envolver pelo plano da Salvação de Deus. Os princípios da Lectio Divina foram expressos por volta do ano 220 e praticados por monges católicos, especialmente as regras monásticas dos santos: Pacômio, Agostinho, Basílio e Bento. O tempo diário dedicado à lectio divina sempre foi grande e no melhor momento do dia. A espiritualidade monástica sempre foi bíblica e litúrgica. A sistematização do método da lectio divina nós encontramos nos escritos de Guigo, o Cartucho, por volta do século XII.

A Lectio Divina tradicionalmente é uma oração individual, porém, pode-se fazê-la em grupo. O importante é rezar com a Palavra de Deus, lembrando o que dizem os bispos no Concílio Vaticano II, relembrando a mais antiga tradição católica – que conhecer a Sagrada Escritura é conhecer o próprio Cristo. Monges diziam que a Lectio Divina é a escada espiritual dos monges, mas é também de todo o cristão. O Papa Bento XVI fez a seguinte observação num discurso de 2005: “Eu gostaria, em especial, recordar e recomendar a antiga tradição da Lectio Divina, a leitura assídua da Sagrada Escritura, acompanhada da oração que traz um diálogo íntimo em que na leitura, se escuta Deus que fala e, rezando, responde-lhe com confiança a abertura do coração”.

O Concílio Vaticano II, em seu decreto Dei Verbum 25, ratificou e promoveu, com todo o peso de sua autoridade, a restauração da Lectio Divina, retomando essa antiquíssima tradição da Igreja Católica. O Concílio exorta igualmente, com ardor e insistência, a todos os fiéis cristãos, especialmente aos religiosos, que, pela frequente leitura das divinas Escrituras, alcancem esse bem supremo: o conhecimento de Jesus Cristo (Fl 3,8). Porquanto, “ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo” (São Jerônimo, Comm. In Is., prol).

O método mais antigo e que inspirou outros mais recentes, é que, seja pessoalmente, em comunidade ou no círculo bíblico nós comecemos a reflexão com a Palavra de Deus e que, depois da invocação do Espírito Santo, segue os passos tradicionais:

1-      Lectio (Leitura);

2-      Meditatio (Meditação);

3-      Oratio (Oração) e

4-      Contemplatio (Contemplação).

O método tradicional é simples: são quatro degraus – “a leitura procura a doçura da vida bem-aventurada; a meditação a encontra; a oração a pede, e a contemplação a experimenta. A leitura, de certo modo, leva à boca o alimento sólido, a meditação o mastiga e tritura, a oração consegue o sabor, a contemplação é a própria doçura que regala e refaz. A leitura está na casca, a meditação na substância, a oração na petição do desejo, a contemplação no gozo da doçura obtida.” (Guigo, o Cartucho, Scala Claustralium).

 

 

A leitura das Sagradas Escrituras é fundamental para conhecermos a vida de Cristo, seu plano de salvação e sua vontade. No entanto, não basta ler, é necessário que essas palavras evoluam para a oração e, por fim, para uma transformação de vida — uma verdadeira conversão. Muitas vezes, o desafio reside em como interpretar e aplicar a Palavra de Deus em nossa vida cotidiana.

O que é a lectio divina?

Ao realizar a Lectio Divina, não nos vemos simplesmente como leitores de um documento histórico, mas como participantes de um diálogo com o próprio Deus. Esta leitura não é uma atividade acadêmica, mas uma postura de escuta atenta, onde Deus se comunica diretamente conosco. Nesse sentido, a Palavra de Deus é uma mensagem viva, uma comunicação pessoal endereçada a cada um de nós.

Desdobrando-se em quatro fases dinâmicas, a lectio divina vai além da simples leitura das Escrituras, tornando-se uma verdadeira escola de oração para os cristãos. Nesse contexto, a oração é vista como uma resposta amorosa a Deus, que toma a iniciativa de se comunicar conosco.

O cerne desta prática está, portanto, no diálogo com Deus: lemos Sua Palavra, falamos com Ele e, em seguida, nos recolhemos para escutar, buscando aplicar em nossa vida o que Ele nos ensina.

 

Os 4 passos da lectio divina

Para entrar no clima da Lectio Divina é muito importante criar um ambiente propicio. Não é possível a lectio sem um clima do silencio. Por isso, para as pessoas que moram m casa, o momento mais propicio para realizar a Lectio Divina seria a manhã cedo, quando ainda os familiares dormem.

Em segundo lugar, sempre na perspectiva de criar o clima espiritual correto, a Lectio Divina se abre com a invocação prolongada do Espirito Santo.

Aqui em seguida as etapas.

 

Leitura

O primeiro passo na Lectio Divina é a leitura das Sagradas Escrituras. No entanto, não se trata de uma leitura comum, pois estamos diante da Palavra do próprio Deus, que se comunica diretamente ao nosso coração. Essa leitura é o meio pelo qual nos conectamos ao Cristo Ressuscitado e à Sua vida.

As Escrituras representam a voz viva de Deus, o Verbo Encarnado que se dirige a cada um de nós. Portanto, é fundamental fazer essa leitura de modo espiritual, reconhecendo que as palavras têm um significado profundo e nos conduzem à presença de Cristo.

É importante neste momento imaginar-se naquela cena descrita pela Palavra — o ambiente, os personagens, os diálogos etc. — e observar tudo o que está acontecendo como se estivesse lá. Além disso, é valioso memorizar certos trechos para meditar ao longo do dia. Pois a Palavra de Deus nutre nossa alma com um vigor espiritual e ilumina nosso caminho diário.

Meditação

Após a leitura, a meditação é o estágio em que a mensagem divina é internalizada. Ao memorizar trechos específicos, facilita-se a meditação, permitindo que a verdade divina ilumine a alma. Esse processo envolve uma escuta atenta à voz de Deus, em busca da verdade do amor de Cristo, que ressoa nas Escrituras.

De acordo com o Catecismo da Igreja Católica, “a meditação é sobretudo uma busca. O espírito procura compreender o porquê e o como da vida cristã, para aderir e corresponder ao que o Senhor lhe pede.” 

Na meditação, não se busca sentimentos, mas a verdade divina. Reconhecemos que o Cristo dos Evangelhos pensava em nós enquanto falava ou realizava milagres, portanto, este trecho das Escrituras torna-se um encontro pessoal com a voz de Deus: “o que Ele está dizendo a mim?”. Sendo assim, é o momento também de confrontar a Palavra divina com a própria vida, guiados pela iluminação do Espírito Santo.

Só é possível dar uma resposta a Deus quando se compreende o que Ele pede de maneira direta. Embora a Palavra de Deus seja para toda a humanidade, na meditação da lectio divina, busca-se entender o que o Senhor quer comunicar a cada um, individualmente, através da Sua Palavra.

 

Oração

No terceiro estágio, a oração emerge como uma resposta à verdade assimilada na meditação. A Palavra de Deus se converte em expressões de fé, esperança e caridade, tornando-se um veículo para manifestar o amor por Cristo. Nesse diálogo pessoal, as palavras não precisam ser rebuscadas; basta proferir frases simples como “Senhor, eu creio em Ti” ou “Senhor, desejo amar-Te, concede-me a graça”.

A oração vocal transforma-se em um canal para pedir a graça de crer na mensagem divina, corresponder ao amor de Deus e amá-lo verdadeiramente. A oração é um diálogo no qual se expressam as necessidades, mesmo sabendo que o Senhor as conhece. É o momento de pedir o que for necessário — amor, paciência, força, alegria, fé —, com base naquilo que o Senhor revelou durante a meditação.

O objetivo dessa oração é ser uma resposta que não se limite a palavras, mas resulte em um compromisso com Deus, a fim de gerar uma verdadeira mudança de vida — a partir da descoberta da verdade contida na Palavra de Deus.

Contemplação

Por fim, atinge-se a contemplação, é o momento de permanecer na presença amorosa de Deus. Nesse estágio da lectio divina, não há mais palavras; trata-se de um silêncio repleto de significado. Após a leitura, a meditação e a oração, recolhemo-nos na presença ativa de Deus. É o momento de Cristo agir na alma agitada que se aquieta.

Assim como o discípulo João que se reclinou no peito do mestre, permanecemos em comunhão íntima. Nesse estado contemplativo, é possível experimentar a presença de Deus — lembrando que isso não significa sentir — como uma luz divina que ilumina a compreensão e revela o conhecimento do Seu amor constante em suas vidas.

A contemplação é adentrar no mistério de Cristo, Santa Teresa a resume nestas palavras: “Outra coisa não é, a meu parecer, oração mental, senão tratar de amizade — estando muitas vezes tratando a sós — com Quem sabemos que nos ama.”

 

domingo, 28 de dezembro de 2025

PRIMEIRA FESTA DO PADROEIRO DA COMUNIDADE SÃO LÁZARO

 



Hoje, domingo 28 de dezembro, celebramos á primeira missa de padroeiro da recém-nascida comunidade de são Lázaro, situada na favela Meu Bem e meu Mal, ao lado da comunidade de são Pedro.

Foi um momento muito tocante, pois é desde o mês de abril que estamos frequentando esta comunidade, conhecendo o povo e tentando organizar a caminhada.



No final da missa estabelecemos que, a partir de janeiro 2026, todo domingo haverá celebração e, no último domingo do mês, a santa missa.

Além disso, duas mulheres ficaram com o compromisso da catequese. Devagar a comunidade vai se estruturando e organizando.



A comunidade de são Pedro vai continuando auxiliando são Lázaro.  

MATRIMONIO COMUNITÁRIO EM SÃO SEBASTIÃO

 





Sei casais se uniram hoje em matrimonio na comunidade de são Sebastião.

A capela estava lotada de fiéis para participar deste evento religioso. Os casais finalizaram um período de três messes de preparação feito de palestras onde outros casais ajudaram a aprofundar o sentido da família cristã e o valor do sacramento do matrimonio.

Foi um momento muito intenso e importante não apenas pela comunidade de são Sebastião, mas também por toda a paroquia.



A esperança é que possa despertar p valor do sacramento do matrimonio e mais casais católicos sintam o desejo de colocar nas mãos de Deus a própria vida matrimonial e familiar. 

SÃO LÁZARO

 




A imagem e a história de São Lázaro são retiradas de uma parábola contada Jesus, conforme o Evangelho de São Lucas 16, 19-31. Esta é a única parábola de Jesus cujo personagem principal tem um nome. Por isso, muitos teólogos acreditam que Lázaro, de fato, existiu. Por isso, ele é chamado também de São Lázaro, o Leproso, sendo o protetor dos leprosos e dos mendigos. Este Lázaro, porém, é diferente de São Lázaro de Betânia, amigo de Jesus, ressuscitado por Jesus e irmão de Marta e Maria. A imagem de São Lázaro, o leproso, é rica em símbolos.

O manto de São Lázaro

O manto de São Lázaro é representado nas cores marrom ou roxo. O marrom significa a humildade e a pobreza. O roxo é a cor do sofrimento e da penitência. As duas cores se encaixam bem na história de São Lázaro. O marrom nos lembra de sua pobreza. Ele vivia mendigando, enquanto o rico se banqueteava e desprezava Lázaro. Lázaro desejava comer pelo menos as sobras e as migalhas do rico, mas nem isso lhe deixavam fazer. Por isso, Lázaro era constantemente humilhado. O roxo nos fala do sofrimento de São Lázaro, privado de sua dignidade e saúde e vítima do descaso dos poderosos.

As muletas de São Lázaro

As muletas de São Lázaro representam sua fraqueza física por não ter o que comer e por causa das doenças que advém da miséria e das privações.

As feridas de São Lázaro

As feridas de São Lázaro simbolizam suas dores e seus sofrimentos. Simbolizam também o sofrimento dos pobres e miseráveis. Simbolizam, em última análise, as feridas de Cristo, que afirmou: 'Tudo o que fizerdes ao menor dos pequeninos, é a mim que o fazeis.' As feridas de São Lázaro são um grito de socorro que deveria chegar aos nossos ouvidos. Elas representam o grito dos pobres e miseráveis, que não tem a quem recorrer e precisam de nós.

Os cães

Os cães em volta de São Lázaro simbolizam a providência divina, que não o abandonava. Na parábola de Jesus, logo após a morte Lázaro vai para a glória eterna. Isto significa que ele era um homem bom, que fez o bem, praticou o amor. Por isso mereceu o céu. E, a todos os que fazem o bem e procuram amar, Deus não abandona. Se Lázaro não tinha pessoas para defende-lo, tinha, pelo menos, os cães, fiéis companheiros e defensores enviados por Deus.

São Lázaro à beira do caminho

O fato de São Lázaro ser representado à beira do caminho representa sua marginalidade, ou seja, ele foi colocado à margem, do lado de fora da sociedade por causa de sua miséria e pobreza. Sua história, porém, nos faz questionar: será que a pobreza é motivo para marginalizarmos alguém'

Oração a São Lázaro

'Ó São Lázaro, vós suportastes os sofrimentos da vida terrena com a certeza de alcançar a felicidade no céu; abri meu coração à palavra de Deus na Bíblia e aos ensinamentos da Igreja Católica; dai-me um coração sensível às doenças e a miséria dos meus irmãos; abri meus olhos para ver e compreender aquilo que se diz por aí: O que aqui se faz, aqui se paga', é uma sentença falsa e enganosa, porque a justiça perfeita e definitiva só acontece na outra vida. Ajudai-me a crer com firmeza na realidade do céu e do inferno, para que eu não venha a me arrepender quando já é tarde, como aconteceu com o rico da parábola. São Lázaro rogai por mim e por meus irmãos. São Lázaro, rogai por nós. Amém.'

sábado, 27 de dezembro de 2025

CALENDÁRIO PASTORAL 5-11 JANEIRO 2026

 




 

 

SEGUNDA 5

15-17,30: Retiro espiritual jovens do Rosário

19: Grupo de oração Mensageiros da paz: são Vicente

19: Canja Cáritas Cristo Rei

19: palestra sobre o sacramento do matrimonio na comunidade do Rosário

 19,30: Terço dos homens em santo Antônio


TERÇA 6

15-17,30: Retiro espiritual jovens de Santo Inacio

9-11: visita dos ministros aos doentes e idosos da comunidade são Pedro

15: visita dos ministros aos doentes e idosos da comunidade santo Antônio

19: Novena nas comunidades

20: canja Cáritas da comunidade em são Pedro

 

QUARTA 7

15-17,30: Retiro espiritual jovens de São Sebastião

6-7,30: cafezinho Cáritas em santo Antônio

 19: palestra sobre o sacramento do matrimonio na comunidade de Santo Inacio

 

QUINTA 8

15-17,30: Retiro espiritual jovens de Santo Antônio

19: adoração eucarística nas comunidades.

20: Canja Cáritas comunidade são Sebastião

 19: palestra sobre o sacramento do matrimonio na comunidade de Cristo Rei

 

SEXTA 9

6: cafezinho Cáritas comunidade de Santo Inacio

15-17,30: Retiro espiritual jovens de são Vicente

19: grupo de oração são Pedro

19: encontro dos Vicentinos em são Vicente

 

SÁBADO 10

8-18: o padre atende na secretária paroquial

8-12: atendimento psicológico (paróquia)

14-18: atendimento psicológico (paróquia)

Tarde: equipes litúrgicas nas comunidades preparando as celebrações

19: Encontrão ECC

 

DOMINGO 11 Batismo do Senhor

7: Missa Rosário

9: Missa são Sebastião

10: visita aos doentes (comunidade são Sebastião)

18: Missa santo Inacio

19,30: Missa são Vicente