sábado, 17 de janeiro de 2026

ADORAÇÃO EUCARISTICA 22 janeiro 2026

 



3º Domingo do Tempo Comum

 

 

Canto de exposição ao Santíssimo

Motivação do coordenador pastoral ou do ministro

Momento de silencio

Leitura da Bíblia: Mt 4, 12-23

12 Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galileia. 13 Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galileia, 14 no território de Zabulon e Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 15 "Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos! 16 O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz". 17 Daí em diante Jesus começou a pregar dizendo: "Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo". 18 Quando Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. 19 Jesus disse a eles: "Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens". 20 Eles, imediatamente deixaram as redes e o seguiram. 21 Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu consertando as redes. Jesus os chamou. 22 Eles, imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram. 23 Jesus andava por toda a Galileia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.

Momento de silencio

Canto de meditação

Silencio

Leitura Patrística:  Santo Agostinho. Sermão 234

Sobre a Ressurreição de Cristo segundo o Evangelho de São Lucas

 

Durante estes dias lemos o relato da Ressurreição do Senhor segundo os quatro evangelistas. E é necessário ler a todos, porque cada evangelista separadamente não disse tudo, mas o que um omite o outro relata. E de tal forma se completam mutuamente que todos são necessários.

O evangelista Marcos apenas esboçou o que Lucas narrou mais amplamente a respeito daqueles dois discípulos, que não eram do grupo dos Doze, mas que, entretanto, eram discípulos; aos quais o Senhor apareceu quando estavam a caminho e se pôs a caminhar com eles. Marcos se limita a dizer que o Senhor apareceu a dois deles que estavam de viagem; ao invés, o evangelista Lucas nos conta – como acabamos de escutar – tudo o que Jesus lhes disse, o que lhes respondeu, até onde caminhou com eles e como o reconheceram na fração do pão.

O que é, irmãos, o que é que aqui se debate? Tratamos de garantir-nos na fé que nos assegura que Cristo, o Senhor, ressuscitou. Já críamos quando escutamos o Evangelho e ao entrar hoje nesta igreja já éramos crentes; entretanto, não sei por que se ouve sempre com alegria o que refresca a nossa memória. E como não vai alegrar-se nosso coração desde o momento em que nos parece sermos melhores que estes dois que estão a caminho e a quem o Senhor aparece? Pois nós cremos o que eles ainda não criam. Tinham perdido a esperança, enquanto que nós não temos dúvida alguma sobre o que para eles constituía motivo de dúvida.

Tinham perdido a esperança, porque o Senhor fora crucificado. É o que suas palavras dão a entender. Quando Jesus lhes disse: Sobre o que conversavam no caminho e por que estais tristes? Eles replicaram: És tu o único forasteiro em Jerusalém que não sabe o que ali aconteceu? Ele lhes perguntou: O quê? Eles lhe responderam: De Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em palavras e obras; como os sumos sacerdotes o entregaram para que o crucificassem. Já faz três dias que isto aconteceu. Nós esperávamos... Esperáveis? Então já não esperais? A isto se reduz vossa condição de discípulos? Supera-vos o ladrão na cruz. Vós esquecestes a vosso Mestre, ele reconheceu ao que, como ele, pendiam na cruz.

Nós esperávamos... O que é que esperáveis? Que Ele fosse o futuro libertador de Israel. O que esperáveis e, uma vez Cristo crucificado, perdestes, isto é o que o ladrão crucificado reconheceu. De fato, ele disse ao Senhor: Senhor, lembra-te de mim quando chegares ao teu reino. Vejam que Ele era o futuro libertador de Israel, aquela cruz era uma escola. Nela o Mestre ensinou o ladrão. O lenho do qual pendia se converteu em cátedra d’Aquele que ensinava. Que o que vos foi restituído faça renascer a esperança em vós. Como assim aconteceu.

Contudo, recordai, caríssimos, como o Senhor Jesus quis ser reconhecido ao partir o pão por aqueles cujos olhos eram incapazes de reconhecê-lo. Os fieis compreendem o que quero dizer, pois eles também reconhecem a Cristo na fração do pão. Porque não é qualquer pão que se converte no Corpo de Cristo, mas somente o que recebe a bênção de Cristo.

 

 

Silencio

Canto de meditação

Silencio

Preces espontâneas (o ministro convida a partilhar pedidos a voz alta)

Pai nosso

Canto de reposição do Santíssimo Sacramento.

 

 

 

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