Pagens

sábado, 10 de janeiro de 2026

ADORAÇÃO EUCARISTICA 15 JANEIRO 2026

 



 

2º Domingo do Tempo Comum 

 

 

 

Canto de exposição ao Santíssimo

Motivação do coordenador pastoral ou do ministro

Momento de silencio

Leitura da Bíblia: João 1, 29-34

Naquele tempo, 29 João viu Jesus aproximar-se dele e disse: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. 30 Dele é que eu disse: 'Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim'. 31 Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel". 32 E João deu testemunho, dizendo: "Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele. 33 Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: 'Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo'. 34 Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!"

 

Momento de silencio

Canto de meditação

Silencio

Leitura Patrística:   São Cirilo de Alexandria. Comentário sobre o Evangelho de São João

 

Aquele Cordeiro, aquela vítima imaculada, foi levado ao matadouro por todos nós

Temos de explicar quem é esse que já está presente, e quais foram as motivações que induziram ao que veio do céu a descer até nós. Diz, com efeito: Este é o cordeiro de Deus, cordeiro que o profeta Isaías nos havia predito, dizendo: Como um cordeiro foi levado ao matadouro, como ovelha muda diante do seu tosquiador; cordeiro este já prefigurado pela Lei de Moisés. Só que naquele tempo a salvação era parcial, e não derramava sobre todos a sua misericórdia: tratava-se de um tipo e de uma sombra. Agora, em vez disso, aquele cordeiro - enigmaticamente prefigurado em outra época -, aquela vítima imaculada, por todos é levada ao matadouro, a fim de que tire os pecados do mundo, para derrubar ao exterminador da terra e abolir a morte morrendo por nós, para cancelar a maldição que pesava sobre a humanidade, para anular, finalmente, a antiga condenação: És pó e ao pó retornarás, para que Ele seja o segundo Adão, não pertencente à terra, mas ao céu, e se torne a origem de todo o bem da natureza humana, em solução da morte que foi introduzida no mundo, em mediador da vida eterna, em causa de retorno a Deus, em princípio da piedade e da justiça, e, finalmente, em caminho para o Reino dos Céus.

E, em verdade, um só cordeiro morreu por todos, preservando desta forma toda a grei dos homens para Deus Pai; um por todos, para a todos submeter a Deus; um por todos, para assim ganhar a todos; enfim, para que todos já não vivam para si, mas para aquele que morreu e ressuscitou por eles.

Estando verdadeiramente implicados em uma multidão de pecados, e sendo, em consequência, escravos da morte e da corrupção, o Pai entregou ao seu Filho em resgate por nós, um por todos, porque n’Ele todos subsistem e Ele é melhor do que todos. Um morreu por todos, para que todos vivamos n’Ele.

A morte que absorveu ao cordeiro degolado por nós, também n’Ele e com Ele necessitou devolver a todos nós a vida. Todos nós estávamos em Cristo, que por nós e para nós morreu e ressuscitou. De fato, abolido o pecado, quem podia impedir que fosse também abolida a morte por Ele, consequência do pecado? Morta a raiz, como pode salvar-se o caule? Morto o pecado, que justificação resta para a morte? Portanto, exultantes de legítima alegria pela morte do cordeiro de Deus, lacemos a provocação: Ó Morte, onde está a tua vitória? Onde está, inferno, o teu aguilhão?

Como em certo lugar cantou o salmista: é tapada a boca dos que proferem maldades, e doravante não poderá seguir acusando aos que pecam por fragilidade, porque Deus é o que justifica. Cristo nos resgatou da maldição da Lei, tornando-se um maldito por nós, para que nós nos encontremos libertos da maldição do pecado.

 

Silencio

Canto de meditação

Silencio

Preces espontâneas (o ministro convida a partilhar pedidos a voz alta)

Pai nosso

Canto de reposição do Santíssimo Sacramento.

 

 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário