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sexta-feira, 13 de março de 2026

ADORAÇÃO EUCARISTICA 19 MARÇO 2026





V Domingo de Quaresma/A

 

Canto de exposição ao Santíssimo

Motivação do coordenador pastoral ou do ministro

Momento de silencio

Leitura da Bíblia: João 11, 1-45

Naquele tempo, 1 havia um doente, Lázaro, que era de Betânia, o povoado de Maria e de Marta, sua irmã. 2 Maria era aquela que ungira o Senhor com perfume e enxugara os pés dele com seus cabelos. O irmão dela, Lázaro, é que estava doente. 3 As irmãs mandaram então dizer a Jesus: "Senhor, aquele que amas está doente". 4 Ouvindo isto, Jesus disse: "Esta doença não leva à morte; ela serve para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela". 5 Jesus era muito amigo de Marta, de sua irmã Maria e de Lázaro. 6 Quando ouviu que este estava doente, Jesus ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava. 7 Então, disse aos discípulos: "Vamos de novo à Judeia". 8 Os discípulos disseram-lhe: "Mestre, ainda há pouco os judeus queriam apedrejar-te, e agora vais outra vez para lá?" 9 Jesus respondeu: "O dia não tem doze horas? Se alguém caminha de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo. 10 Mas se alguém caminha de noite, tropeça, porque lhe falta a luz". 11 Depois acrescentou: "O nosso amigo Lázaro dorme. Mas eu vou acordá-lo". 12 Os discípulos disseram: "Senhor, se ele dorme, vai ficar bom". 13 Jesus falava da morte de Lázaro, mas os discípulos pensaram que falasse do sono mesmo. 14 Então Jesus disse abertamente: "Lázaro está morto. 15 Mas por causa de vós, alegro-me por não ter estado lá, para que creiais. Mas vamos para junto dele". 16 Então Tomé, cujo nome significa Gêmeo, disse aos companheiros: "Vamos nós também para morrermos com ele". 17 Quando Jesus chegou, encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias. 18 Betânia ficava a uns três quilômetros de Jerusalém. 19 Muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. 20 Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa. 21 Então Marta disse a Jesus: "Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. 22 Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele to concederá". 23 Respondeu-lhe Jesus: "Teu irmão ressuscitará". 24 Disse Marta: "Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia". 25 Então Jesus disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. 26 E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?" 27 Respondeu ela: "Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo". 28 Depois de ter dito isto, ela foi chamar a sua irmã, Maria, dizendo baixinho: "O Mestre está aí e te chama". 29 Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi ao encontro de Jesus. 30 Jesus estava ainda fora do povoado, no mesmo lugar onde Marta se tinha encontrado com ele. 31 Os judeus que estavam em casa consolando-a, quando a viram levantar-se depressa e sair, foram atrás dela, pensando que fosse ao túmulo para ali chorar. 32 Indo para o lugar onde estava Jesus, quando o viu, caiu de joelhos diante dele e disse-lhe: "Senhor, se tivesses estado aqui, o meu irmão não teria morrido". 33 Quando Jesus a viu chorar, e também os que estavam com ela, estremeceu interiormente, ficou profundamente comovido, 34 e perguntou: "Onde o colocastes?" Responderam: "Vem ver, Senhor". 35 E Jesus chorou. 36 Então os judeus disseram: "Vede como ele o amava!" 37 Alguns deles, porém, diziam: "Este, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?" 38 De novo, Jesus ficou interiormente comovido. Chegou ao túmulo. Era uma caverna, fechada com uma pedra. 39 Disse Jesus: "Tirai a pedra!" Marta, a irmã do morto, interveio: "Senhor, já cheira mal. Está morto há quatro dias". 40 Jesus lhe respondeu: "Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?" 41 Tiraram então a pedra. Jesus levantou os olhos para o alto e disse: "Pai, eu te dou graças porque me ouviste. 42 Eu sei que sempre me escutas. Mas digo isto por causa do povo que me rodeia, para que creia que tu me enviaste". 43 Tendo dito isso, exclamou com voz forte: "Lázaro, vem para fora!" 44 O morto saiu, atado de mãos e pés com os lençóis mortuários e o rosto coberto com um pano. Então Jesus lhes disse: "Desatai-o e deixai-o caminhar!" 45 Então, muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele. Palavra da Salvação.

 

Momento de silencio

Canto de meditação

Silencio

Leitura Patrística:  São Pedro Crisólogo- Sermão 63

Era necessária a morte de Lázaro para que, estando no sepulcro, ressuscitasse a fé dos discípulos

Regressando do além-túmulo, Lázaro sai ao nosso encontro portador de uma nova forma de vencer a morte, revelador de um novo tipo de ressurreição. Antes de examinar em profundidade este fato, contemplemos as circunstâncias externas da ressurreição, já que a ressurreição é o milagre dos milagres, a máxima manifestação do poder, a maravilha das maravilhas.

O Senhor tinha ressuscitado a filha de Jairo, chefe da sinagoga, porém o fez restituindo simplesmente a menina à vida, sem ultrapassar as fronteiras do além-túmulo. Ressuscitou da mesma forma ao filho único de sua mãe, porém o fez detendo o ataúde, como que se antecipando ao sepulcro, como que suspendendo a corrupção e prevenindo os maus odores, como se devolvesse a vida ao morto antes que a morte tivesse reivindicado todos os seus direitos. Mas no caso de Lázaro tudo é diferente: sua morte e sua ressurreição nada têm em comum com os casos precedentes: nele a morte desenvolveu todo o seu poder, e a ressurreição brilha com todo o seu esplendor. Inclusive me atreveria a dizer que se Lázaro houvesse ressuscitado ao terceiro dia, teria esvaziado toda a sacramentalidade da Ressurreição do Senhor, pois Cristo voltou à vida ao terceiro dia, como Senhor que era; Lázaro foi ressuscitado ao quarto dia, como servo.

Mas, para provar o que acabamos de dizer, examinemos alguns detalhes do relato evangélico: As irmãs mandaram um recado a Jesus, dizendo: Senhor, teu amigo está enfermo. Ao expressar-se desta forma, intencionam sensibilizá-lo, interpelam ao amor, apelam à caridade, tratam de estimular a amizade recorrendo à necessidade. Porém Cristo, que tem mais interesse em vencer a morte do que em repelir a enfermidade; Cristo, cujo amor radica não em aliviar o amigo, mas em devolver-lhe a vida, não proporciona ao amigo um remédio contra a enfermidade, mas lhe prepara imediatamente a glória da ressurreição.

Por isso, quando ouviu – disse o evangelista – que Lázaro estava doente, ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava. Observem como cede lugar à morte, licença ao sepulcro, como dá curso livre aos agentes da corrupção, não põe obstáculo algum á putrefação nem à fetidez; consente em que o abismo arrebate, traga a si, possua. Em uma palavra, Jesus atua de forma que se esvai toda humana esperança e a desesperança humana atinja suas dimensões mais elevadas, de modo que aquilo que se dispõe a fazer percebe-se ser algo divino e não humano.

Ele se limita a permanecer onde está em espera do desenlace, para dar ele mesmo a notícia da morte, e anunciar, então, sua decisão de ir à casa de Lázaro. Lázaro, disse, está morto, e me alegro. Isto é amar? Cristo se alegrava porque a tristeza da morte logo se transformaria em alegria da ressurreição. Alegro-me por vós. E porque por vós? Justamente porque a morte e ressurreição de Lázaro já era um esboço exato da Morte e Ressurreição do Senhor, e o que logo aconteceria com o Senhor antecipa-se no servo. Era necessária a morte de Lázaro para que, estando Lázaro no sepulcro, ressuscitasse a fé dos discípulos.

 

Silencio

Canto de meditação

Silencio

Preces espontâneas (o ministro convida a partilhar pedidos a voz alta)

Pai nosso

Canto de reposição do Santíssimo Sacramento.

 

 

 

quinta-feira, 12 de março de 2026

CALENDÁRIO PASTORAL 16-22 MARÇO 2026

 




 

 

SEGUNDA 16

8-9: projeto Melhor idade, vida saudável (Santo Antônio)

15: projeto Terceira idade, amizade e união (São Vicente)

17: projeto capoeira (São Vicente)

18: Projeto capoeira (santo Antônio)

19,30: terço dos homens na comunidade santo Antônio

19: Grupo de oração Mensageiros da paz: são Vicente

19: Conselho Pastoral comunidade santo Antônio

19: Canja Cáritas Cristo Rei

 

TERÇA 17

7,30: projeto Viva a melhor idade (São Pedro)

9-11: visita dos ministros aos doentes e idosos da comunidade são Pedro

15: visita dos ministros aos doentes e idosos da comunidade santo Antônio

18: projeto capoeira (São Pedro)

19: Novena nas comunidades

19: Conselho Pastoral comunidade Rosário

20: canja Cáritas da comunidade em são Pedro

 

QUARTA 18

6-7,30: cafezinho Cáritas em santo Antônio

8-9: projeto Melhor idade, vida saudável (Santo Antônio)

12: Almoço com os padres do Setor Avenida Brasil

15-18: atendimento psicológico (paróquia)

16: A équipe economica arquidiocesena encontra a secretaria paroquial junto com o padre

18: projeto capoeira (São Vicente)

18: Projeto capoeira (santo Antônio)

17-19: padre Paolo atende as confissões na igreja de são Vicente

19,30: Estudo Bíblico

 

QUINTA 19

7,30: projeto Viva a melhor idade (são Pedro)

9-12: o padre atende na secretária paroquial

9-12: atendimento psicológico (paróquia)

15-18: atendimento psicológico (paróquia)

18: projeto capoeira (São Pedro)

19: adoração eucarística nas comunidades.

20: Canja Cáritas comunidade são Sebastião

 

SEXTA 20

Do dia 20 até domingo 22 a juventude realizará o retiro espiritual de quaresma

6: cafezinho Cáritas comunidade de Santo Inacio

8-9: projeto Melhor idade, vida saudável (Santo Antônio)

18: Projeto capoeira (santo Antônio)

19: grupo de oração são Pedro

 

SÁBADO 21

8-18: o padre participa do retiro espiritual dos jovens

Tarde: equipes litúrgicas nas comunidades preparando as celebrações

Tarde: catequese nas comunidades

17: encontro ministros

18: Canja Cáritas comunidade do Rosário

20: padre Paolo participa de um encontro do ECC em são George

 

DOMINGO 22

7: Missa santo Antônio

8,30-12: Formação teológico-pastoral das comunidades: Retiro espiritual de quaresma

17: missa Cristo Rei

18: Missa são Pedro

19,30: Missa são Vicente: envio dos ministros e ministras

quarta-feira, 11 de março de 2026

Calendário ministros nas celebrações dos domingos abril-junho 2026

 



 

ABRIL

 

DOMINGO 12

Santo Antônio: Suze

Cristo Rei: Gecivaldo

São Pedro: Francinei

 

DOMINGO 19

Rosário: Tony

São Sebastião: Miguel

Santo Inacio: Manoel

 

DOMINGO 26

Santo Antônio: Francinei

Cristo Rei: Marcia

São Pedro: Amanda

 

MAIO

DOMINGO 3

Rosário: Lanyr

São Sebastião: Manoel

São Lazaro: Gecivaldo

Santo Inacio: Tony

 

DOMINGO 10

Santo Antônio: Rosário e Francisco

Cristo Rei: Suze

São Pedro: Miguel

 

DOMINGO 17

Rosário: Sara

São Sebastião: Terezinha

Santo Inacio: Ângela

 

DOMINGO 24 PENTECOSTES

 

DOMINGO 31

Santo Antônio: Manoel

Rosário: Miguel

São Sebastião: Marcia

Cristo Rei: Sara

São Pedro: Tony

Santo Inacio: Suze

São Vicente: Francinei

 

 

JUNHO

DOMINGO 7

Rosário: Manoel

São Sebastião: Amanda

São Lazaro: Miguel

Santo Inacio: Sara

 

DOMINGO 14

Santo Antônio: Sara

Cristo Rei: Terezinha

São Pedro: Lanyr

 

DOMINGO 21

Rosário: Gecivaldo

São Sebastião: Ângela

Santo Inacio: Marcia

 


DOMINGO 28


Santo Antônio: Amanda

Cristo Rei: Rosário e Francisco

São Pedro: Francinei 


 Observação: todo sábado ás 10 h haverá um encontro com os ministros que irão pregaro no domingo para prepararmos juntos a celebração.

terça-feira, 10 de março de 2026

CONSELHO PASTORAL PAROQUIAL 14 MARÇO 2026

 



 

Local: Cristo Rei

Horário: 19 h.

Oração.

Prestação de conta.

 

Pauta: coordena Tony

Avaliação semana da mulher (Wanilda e as lideranças das comunidades)

Semana Santa (Alex)

Retiro espiritual de quaresma. Tema: os cantos do servo de Javé no profeta Isaias

a.       Juventude (20-22 março: os 4 coordenadores da PJ)

b.      Adultos (Domingo 22 março: Tony)

Nova colaboração com as faculdades de psicologia e direito e o Evento Caritas de sábado 28 de março: Lene e Wanilda

Faça Bonito 2026: 10-16 de maio (Wanilda)

Projeto Margens (Gecivaldo)

Várias

 


SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO (confissão)

 



 

"Misericórdia quero, e não sacrifício" (Oséias 6:6; Mateus 9:13)

 

O tempo litúrgico da quaresma é o período propicio para se reconciliar com Deus e acolher a usa misericórdia.

Por este motivo estou indicando os horários em que será possível na nossa paróquia receber o sacramento da reconciliação (confissão)

 

Quarta-feira: 17-19 (local: igreja de são Vicente)

Quinta-feira: 9-12 (local: escritório do padre)

Sábado: 9-12; 14-18 local: escritório do padre) -(Sábado 14 o padre não estará disponível).

 

Além disso, na quarta feira Santa primeiro de abril ás 19,30 na capela de são Sebastião, haverá uma celebração penitencial com absolvição comunitária aberta para os fieis de todas as comunidades.

 

sábado, 7 de março de 2026

A espiritualidade do Encontro de Casais com Cristo (ECC)

 



 

A espiritualidade do Encontro de Casais com Cristo (ECC) é o que dá sentido a esse serviço pastoral da Igreja Católica. Ela não se baseia em teorias complexas, mas na vivência concreta do amor cristão no cotidiano da família. 

O fundamento principal é colocar Jesus Cristo no centro da vida conjugal, transformando o lar em uma verdadeira "Igreja Doméstica". 

Os 5 Pilares da Espiritualidade do ECC

A caminhada espiritual do ECC sustenta-se em cinco pontos básicos fundamentais: 

  • Doação: A disposição de se entregar ao outro e à comunidade sem esperar nada em troca, refletindo o amor de Cristo pela Igreja.
  • Pobreza: Refere-se à atitude de desapego e humildade, reconhecendo que tudo o que o casal possui vem de Deus e deve ser usado para o bem comum.
  • Simplicidade: Uma vida pautada pela autenticidade e modéstia, focando no que é essencial para a felicidade da família e da comunidade.
  • Alegria: O testemunho cristão de que a felicidade verdadeira nasce do amor compartilhado e da presença de Deus no lar.
  • Oração: É a base que sustenta o casal. Através da oração em conjunto, a família fortalece seus laços e busca discernir a vontade de Deus. 

Outros Valores Essenciais

Além dos pilares básicos, a espiritualidade do ECC é enriquecida por valores como: 

  • Fraternidade: O compromisso de viver como irmãos dentro da comunidade paroquial.
  • Gratuidade: Servir por amor, de forma voluntária e generosa.
  • Missionariedade: O despertar para o serviço na Igreja, levando os casais a atuarem em outras pastorais após o encontro. 

As Três Etapas da Caminhada

O ECC se organiza em três etapas para aprofundar essa espiritualidade gradualmente: 

  1. 1ª Etapa (Despertar): Visa acordar os casais para a importância do sacramento do matrimônio e da vida comunitária.
  2. 2ª Etapa (Aprofundar): Foca na reflexão sobre a dignidade da pessoa humana e as injustiças sociais, incentivando o "ser" em vez do "ter".
  3. 3ª Etapa (Engajar): Prepara o casal para uma atuação mais consciente e transformadora na sociedade e na Igreja. 

Em resumo, a espiritualidade do ECC busca resgatar casais para a vida paroquial, ajudando-os a viver o matrimônio como um caminho de santificação e serviço.

 

A espiritualidade cristológica do Encontro de Casais com Cristo

 

A espiritualidade cristológica do Encontro de Casais com Cristo (ECC) é o núcleo que define o movimento como um serviço de evangelização centrado na pessoa de Jesus Cristo. Ela propõe que o casal não apenas aprenda sobre Cristo, mas viva um encontro pessoal e comunitário com Ele, transformando o matrimônio em um caminho de seguimento e missão. 

Cristo como Centro e Modelo

A base dessa espiritualidade é o Cristocentrismo, que significa colocar Cristo no centro das relações matrimoniais e familiares. 

  • Encontro Pessoal: O ECC busca despertar nos casais a consciência de que Jesus está presente na realidade cotidiana do lar, agindo através do Sacramento do Matrimônio.
  • Modelo de Amor: A relação do casal deve refletir o amor de Cristo pela sua Igreja — um amor marcado pela doação total e pelo perdão.
  • Seguimento: A espiritualidade cristológica implica seguir os ensinamentos de Jesus, buscando a conversão diária e a maturidade na fé.

 

 A Centralidade da Eucaristia na Vida do Casal

A Eucaristia é o "divisor de águas" que sustenta a jornada espiritual proposta pelo ECC: 

  • Fonte de Força: É na Eucaristia que os casais encontram a coragem para sair de si mesmos e amar o próximo generosamente.
  • Igreja Doméstica: O encontro visa transformar o lar em uma "igreja doméstica", onde a vivência sacramental se reflete no cotidiano familiar.
  • Unidade e Perdão: Diante do Cristo Eucarístico, o casal renova o compromisso de perdoar e servir, fortalecendo os laços matrimoniais contra os desafios diários. 

Dimensão Comunitária e Social

O ECC não é apenas um retiro, mas um serviço escola que utiliza a espiritualidade para engajar as famílias na vida paroquial: 

  • Paroquialidade: A essência do ECC está ligada à paróquia; ele serve como porta de entrada para que casais se tornem ativos em outras pastorais e movimentos.
  • Justiça Social: A espiritualidade eucarística impulsiona o casal a ter uma visão crítica sobre as injustiças sociais e a trabalhar pela dignidade humana

ADORAÇÃO EUCARISTICA 12 MARÇO 2026

 




IV domingo quaresma/A

 

Canto de exposição ao Santíssimo

Motivação do coordenador pastoral ou do ministro

Momento de silencio

Leitura da Bíblia: João 9, 1-41

Naquele tempo, 1 ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença. 2 Os discípulos perguntaram a Jesus: "Mestre, quem pecou para que nascesse cego: ele ou os seus pais?" 3 Jesus respondeu: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso serve para que as obras de Deus se manifestem nele. 4 É necessário que nós realizemos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia. Vem a noite, em que ninguém pode trabalhar. 5 Enquanto estou no mundo, eu sou a luz do mundo". 6 Dito isto, Jesus cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego. 7 E disse-lhe: "Vai lavar-te na piscina de Siloé" (que quer dizer: Enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando. 8 Os vizinhos e os que costumavam ver o cego - pois ele era mendigo - diziam: "Não é aquele que ficava pedindo esmola?" 9 Uns diziam: "Sim, é ele!" Outros afirmavam: "Não é ele, mas alguém parecido com ele". Ele, porém, dizia: "Sou eu mesmo!" 10 Então lhe perguntaram: "Como é que se abriram os teus olhos?" 11 Ele respondeu: "Aquele homem chamado Jesus fez lama, colocou-a nos meus olhos e disse-me: 'Vai a Siloé e lava-te'. Então fui, lavei-me e comecei a ver". 12 Perguntaram-lhe: "Onde está ele?" Respondeu: "Não sei". 13 Levaram então aos fariseus o homem que tinha sido cego. 14 Ora, era sábado, o dia em que Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego. 15 Novamente, então, lhe perguntaram os fariseus como tinha recuperado a vista. Respondeu-lhes: "Colocou lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!" 16 Disseram, então, alguns dos fariseus: "Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado". Mas outros diziam: "Como pode um pecador fazer tais sinais?" 17 E havia divergência entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: "E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?" Respondeu: "É um profeta." 18 Então, os judeus não acreditaram que ele tinha sido cego e que tinha recuperado a vista. Chamaram os pais dele 19 e perguntaram-lhes: "Este é o vosso filho, que dizeis ter nascido cego? Como é que ele agora está enxergando?" 20 Os seus pais disseram: "Sabemos que este é nosso filho e que nasceu cego. 21 Como agora está enxergando, isso não sabemos. E quem lhe abriu os olhos também não sabemos. Interrogai-o, ele é maior de idade, ele pode falar por si mesmo". 22 Os seus pais disseram isso, porque tinham medo das autoridades judaicas. De fato, os judeus já tinham combinado expulsar da comunidade quem declarasse que Jesus era o Messias. 23 Foi por isso que seus pais disseram: "É maior de idade. Interrogai-o a ele". 24 Então, os judeus chamaram de novo o homem que tinha sido cego. Disseram-lhe: "Dá glória a Deus! Nós sabemos que esse homem é um pecador". 25 Então ele respondeu: "Se ele é pecador, não sei. Só sei que eu era cego e agora vejo". 26 Perguntaram-lhe então: "Que é que ele te fez? Como te abriu os olhos?" 27 Respondeu ele: "Eu já vos disse, e não escutastes. Por que quereis ouvir de novo? Por acaso quereis tornar-vos discípulos dele?" 28 Então insultaram-no, dizendo: "Tu, sim, és discípulo dele! Nós somos discípulos de Moisés. 29 Nós sabemos que Deus falou a Moisés, mas esse, não sabemos de onde é". 30 Respondeu-lhes o homem: "Espantoso! Vós não sabeis de onde ele é? No entanto, ele abriu-me os olhos! 31 Sabemos que Deus não escuta os pecadores, mas escuta aquele que é piedoso e que faz a sua vontade. 32 Jamais se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença. 33 Se este homem não viesse de Deus, não poderia fazer nada". 34 Os fariseus disseram-lhe: "Tu nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?" E expulsaram-no da comunidade. 35 Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: "Acreditas no Filho do Homem?" 36 Respondeu ele: "Quem é, Senhor, para que eu creia nele?" 37 Jesus disse: "Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo". Exclamou ele: 38 "Eu creio, Senhor!" E prostrou-se diante de Jesus. 39 Então, Jesus disse: "Eu vim a este mundo para exercer um julgamento, a fim de que os que não veem, vejam, e os que veem se tornem cegos". 40 Alguns fariseus, que estavam com ele, ouviram isto e lhe disseram: "Porventura, também nós somos cegos?" 41 Respondeu-lhes Jesus: "Se fôsseis cegos, não teríeis culpa; mas como dizeis: 'Nós vemos', o vosso pecado permanece".

Momento de silencio

Canto de meditação

Silencio

Leitura Patrística:  Santo Efrém. Diatessaron 16

Nesta cura, foi esboçado um símbolo: Jesus, Filho do Criador

 

Jesus foi ao encontro de um homem cego de nascença: Os discípulos perguntaram a Jesus: Mestre, quem pecou para que nascesse cego: ele ou os seus pais? Jesus respondeu: Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso serve para que as obras de Deus se manifestem nele. É necessário que realizemos as obras d’Aquele que me enviou, enquanto é dia, enquanto Eu estou com vocês. Vem a noite, e o Filho será exaltado, e vós, que sois a luz do mundo, desaparecerão, e não haverá mais milagres por causa da incredulidade.

Dizendo isto, fez barro com sua saliva e a aplicou sobre os olhos do cego. E a luz brotou da terra, como ao princípio, quando a sombra do céu, a treva cobria tudo e Ele ordenou que a luz surgisse da escuridão. Desta forma, Ele formou a lama com a saliva, e curou o defeito que existia depois do nascimento, para mostrar que Ele, cuja mão completava o que faltava à natureza, era precisamente Aquele cuja mão deu forma à criação no princípio. E como se recusaram a crer que Ele era anterior a Abraão, com esta obra provou que era o Filho do homem que, com a sua mão, formou o primeiro Adão da terra. Na verdade, Ele curou a tara do cego com os gestos do próprio corpo.

Também fez isto para confundir aqueles que dizem que o homem é feito de quatro elementos, porque refez os membros imperfeitos com terra e saliva, fez isso para utilidade daqueles que buscavam milagres para crer: Os judeus buscam milagres. Não foi a piscina de Siloé que abriu os olhos do cego, como não são as águas do Jordão que purificam Naamã: é a ordem do Senhor que tudo faz. Ainda mais: não é a água de nosso Batismo que nos purifica, mas os nomes que se pronunciam sobre ela.

Ele ungiu os seus olhos com barro, para que os fariseus limpem a cegueira de seu coração. Quando o cego partiu no meio da multidão e perguntou: “Onde fica Siloé?”, levava à vista de todos os olhos untados. As pessoas o interrogavam e ele lhes dava a informação; elas o seguiam para ver se os seus olhos continuavam abertos. Aqueles que viam a luz material estavam conduzidos por um cego que viu a luz do espírito; e, em sua noite, o cego era conduzido por aqueles que viam exteriormente, mas que estavam espiritualmente cegos.

O cego lavou o barro dos seus olhos, e enxergou a si mesmo; outros lavaram a cegueira do seu coração, e examinaram a si mesmos. Deste modo, abrindo exteriormente os olhos de um cego, nosso Senhor abria secretamente os olhos de muitos outros cegos. Aquele cego foi um belo e inesperado tesouro para nosso Senhor; através dele, adquiriu numerosos cegos que desta maneira também curou da cegueira do coração. Nestas poucas palavras do Senhor estão escondidos tesouros admiráveis, e nesta cura foi esboçado um símbolo: Jesus, Filho do Criador.

Vai e lava o teu rosto. Para evitar que alguém considere aquela cura mais como um estratagema do que como um milagre, Ele o mandou lavar-se. Disse isso para mostrar que o cego não duvidava do poder de cura do Senhor, e porque, caminhando e falando, manifestasse o acontecimento e mostrasse sua fé.

 

 

Silencio

Canto de meditação

Silencio

Preces espontâneas (o ministro convida a partilhar pedidos a voz alta)

Pai nosso

Canto de reposição do Santíssimo Sacramento.

 

 

 

quarta-feira, 4 de março de 2026

ADORAÇÃO EUCARISTICA 5 MARÇO 2026

 



III QUARESMA/A

 

Canto de exposição ao Santíssimo

Motivação do coordenador pastoral ou do ministro

Momento de silencio

Leitura da Bíblia: João 4, 5-7.9-24

Naquele tempo, 5 Jesus chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto do terreno que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Era aí que ficava o poço de Jacó. Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto ao poço. Era por volta do meio-dia. 7 Chegou uma mulher da Samaria para tirar água.

19 A mulher disse a Jesus: "Senhor, vejo que és um profeta! 20 Os nossos pais adoraram neste monte, mas vós dizeis que em Jerusalém é que se deve adorar". 21 Disse-lhe Jesus: "Acredita-me, mulher: está chegando a hora em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. 22 Vós adorais o que não conheceis. Nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus. 23 Mas está chegando a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade. De fato, estes são os adoradores que o Pai procura. 24 Deus é espírito e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade".

Momento de silencio

Canto de meditação

Silencio

Leitura:  Simone Weil. Pensamentos desordenados sobre o amor de Deus

Como poderíamos buscar Deus, já que Ele está no alto, na dimensão que nós não podemos percorrer? Só podemos caminhar horizontalmente. Se caminharmos dessa maneira, buscando nosso bem, e se a busca chegar ao término, essa chegada será ilusória, o que teremos encontrado não será Deus. Uma criança pequena que está na rua e de repente não vê mais a sua mãe ao seu lado corre para todos os lados chorando, mas ela está errada ao agir assim; se ela tiver bom-senso e força de alma suficiente para parar e esperar, ela a encontrará mais rapidamente. É preciso apenas esperar e chamar. Não chamar alguém, já que não sabemos se há alguém. Gritar que estamos com fome e queremos pão. Gritaremos mais ou menos durante bastante tempo, mas finalmente seremos alimentados e então não gritaremos mais, saberemos que o pão realmente existe. Quando comemos, qual prova mais segura poderíamos querer? Enquanto não tivermos comido, não é necessário, e nem sequer muito útil, acreditar no pão. O essencial é sabermos que estamos com fome. Não é uma crença, é um conhecimento certeiro que só pode ser obscurecido pela mentira. Todos aqueles que acreditam que há ou que haverá um dia um alimento produzido aqui embaixo estão mentindo. O alimento celeste não faz apenas crescer em nós o bem, ele destrói o mal, algo que nossos próprios esforços jamais poderão fazer. A quantidade de mal que está em nós só pode diminuir graças ao olhar pousado sobre uma coisa perfeitamente pura.

 

Não depende de nós acreditar em Deus; só o que depende de nós é não dar nosso amor a falsos deuses. Primeiramente, não acreditar que o futuro seja o lugar do bem capaz de nos completar. O futuro é feito da mesma substância que o presente. Sabemos que aquilo que fizemos de bom, riqueza, poder, consideração, conhecimentos, amor daqueles que amamos, prosperidade daqueles que amamos e assim por diante, não bastam para nos satisfazer. Acreditamos porque mentimos para nós mesmos. Pois se realmente pensarmos nisso durante alguns instantes, saberemos que é falso. Ou ainda, se estivermos sofrendo devido a uma doença, miséria ou infortúnio, acreditamos que o dia em que esse sofrimento passar, estaremos satisfeitos. Também sabemos que isso é falso; a partir do momento em que nos habituarmos à suspensão do sofrimento, vamos querer outra coisa. Segundo, não confundir a necessidade com o bem. Há um certo número de coisas que acreditamos precisar ter para vivermos. Frequentemente isso é falso, pois sobreviveríamos à sua perda. Mas, mesmo que isso seja verdadeiro, se a sua perda pode matar ou no mínimo destruir a energia vital, nem por isso ela é um bem. Pois ninguém fica muito tempo satisfeito por poder pura e simplesmente viver. Sempre queremos outra coisa. Queremos viver para alguma coisa. Basta não mentirmos para nós mesmos para sabermos que não há nada aqui embaixo pelo qual poderíamos viver. Basta imaginarmos todos nossos desejos satisfeitos. Ao final de algum tempo, estaremos insatisfeitos. Gostaríamos de outra coisa, e estaríamos infelizes por não sabermos o que querer. Depende de cada um manter a atenção fixada sobre essa verdade.

(Aprofundamento: a mística do amor em Simone Weil https://mondodomani.org/dialegesthai/articoli/paolo-cugini-03

 Biografia Simone Weil: https://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_Weil)


Silencio

Canto de meditação

Silencio

Preces espontâneas (o ministro convida a partilhar pedidos a voz alta)

Pai nosso

Canto de reposição do Santíssimo Sacramento.